Brasil

Ministro das Cidades confirma continuidade do Minha Casa Minha Vida

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, afirmou nesta quinta-feira, que o programa Minha Casa Minha vida não vai acabar. “O programa continua prioritário. Não procede nenhuma afirmação contrária”, afirmou. Ele explicou ainda que não fez qualquer corte no programa, mas que os ajustes já haviam sido realizados pelo governo afastado.

O ministro criticou a gestão da presidente afastada Dilma Rousseff no programa Minha Casa Minha Vida. Para ele, o governo apresentou um «cheque sem fundo».

“O governo afastado passou os maiores valores nominais de cheques sem fundo de que se tem conhecimento», disse Araújo, em entrevista coletiva realizada nesta quinta-feira em Brasília.

Ele disse ainda que encaminhou ao ministério da Fazenda o pedido para manter os recursos destinados ao programa ao longo de 2016 e “fazer um esforço de reduzir o dano que o governo anterior causou” em relação aos recursos. Ele enfatizou, contudo, que o programa não está ameaçado: “O Minha Casa Minha Vida segue firme, forte e é prioridade do governo avançar com ele de forma muito consistente”.

Araújo também afirmou que a portaria revogada em 17 de maio, que ampliava o programa, será relançada até o final da próxima semana. Segundo ele, foram necessários ajustes para “aprimorar” o programa.

Entre os ajustes, segundo o ministro, estão a criação de uma cláusula segundo a qual só serão contratadas empresas que não tiverem pendências com outros contratos em andamento; e a retirada de pontuações que privilegiavam entidades específicas: “São aprimoramentos que resguardam o dinheiro do contribuinte e garantem a entrega das unidades. Acho que até o final da próxima semana as duas estarão publicadas no Diário Oficial”.

 

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