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SP tem nove casos confirmados de zika; chikungunya quadruplica

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Até a segunda semana de fevereiro deste ano, São Paulo registrou nove casos de zika vírus, sendo um deles autóctone. A cidade teve ainda 29 casos de febre chikungunya, com quatro contraídos dentro da capital.

O caso de zika autóctone é de uma grávida, da Freguesia do Ó (zona norte). Seu bebê não apresenta sinais de microcefalia – o surto da doença no país foi relacionado ao zika vírus pelo Ministério da Saúde.

Os casos de chikungunya quadruplicaram: da 4ª para a 6ª semana do ano, o total foi de 7 para 29 confirmados. Dos quatro autóctones, três foram no Sacomã (zona sul) e um em Pirituba (zona norte).

Para o secretário de Saúde, Alexandre Padilha, a confirmação dos casos autóctones indica que os vírus estão circulando na cidade. “Esse é o principal fator de preocupação”, disse.

Em relação à dengue, já são 1.983 pessoas com o vírus. Os bairros Lajeado e Penha, na zona leste, concentram o maior número de casos: 268.

Sobre as larvas do mosquito encontradas nos  585 mil imóveis visitados, mais de 30% estavam em depósitos de água. Padilha avaliou que isso está relacionado com a crise hídrica. “As pessoas precisavam armazenar água. É uma tendência observada desde outubro de 2015”, contou.

A estudante Giulia De Novelli, 20 anos, que teve dengue no ano passado e agora está com chikungunya, conta que os sintomas são parecidos, mas a dor causada pela chikungunya é mais intensa. Ela apresentou os primeiros sinais da doença na quinta-feira.

“No começo, parecia uma gripe”, disse. No dia seguinte, ela acordou com dor nos músculos, nos ossos e nas juntas,  febre alta, taquicardia e passou o dia no hospital. Agora, se recupera em casa.

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