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Confira como foi o segundo dia de desfiles do Carnaval de São Paulo

O segundo e último dia dos desfiles do Carnaval de São Paulo começou com a Unidos da Peruche, que falou sobre o centenário do samba. No meio da apresentação, a modelo Ju Isen, conhecida como Musa dos Protestos, arrancou a fantasia no meio da avenida e acabou sendo expulsa da avenida.

Na sequência, Império de Casa Verde chegou toda misteriosa no Sambódromo do Anhembi. A escola apresentou o enredo Império dos Mistérios com os acontecimentos inexplicáveis da humanidade.

Já a Acadêmicos do Tucuruvi apresentou um enredo cantando as festas da fé desde a chegada dos Jesuítas ao Brasil, passando por uma réplica da Basílica de Nossa Senhora Aparecida, e chegando até belos carros alegóricos representando Iemanjá, as festas de São João e, por fim, um gigantesco presépio levando um clima natalino para a Avenida.

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Quarta escola a desfilar, a Mocidade Alegre também falou do centenário do samba, mas fez uma viagem até a África para falar de sua origem. A agremiação desenvolveu uma fábula africana, com orixás como personagens, para revelar como o ritmo fez o caminho até o Brasil.

Animando a arquibancada, a Vai-Vai fez sua homenagem para a França, trazendo suas cores, sua história e seus símbolos como o Moulin Rouge, a Catedral de Notre-Dame e, claro, a Torre Eiffel, que teve direito a gigantesca réplica desfilando pela Avenida. Os destaques foram para Erick Jacquin, jurado do Masterchef Brasil, e a Madrinha Ana Hickmann, que vestiu uma fantasia em alusão ao Museu do Louvre.

Depois, entrou a Dragões da Real no Anhembi com um enredo sobre dar e receber presentes. Desfilando para uma arquibancada menos empolgada, a agremiação trouxe uma réplica do Cavalo de Troia, presente nada agradável dos gregos para os troianos, os Reis Magos, que ofertaram presentes para o menino Jesus, e até o Papai Noel que saiu de uma lareira em pleno sambódromo.

Encerrando o Carnaval de São Paulo homenageando Belém do Pará, a X-9 Paulistana foi a que mais apresentou problemas em seu desfile, o que pode custar seu rebaixamento. Logo no início, a comissão de frente da escola teve erros. Uma oca cenográfica ficou descontrolada e emperrou nas grades do Anhembi. Membros da escola se mobilizaram para resolver a situação.

Enquanto isso, na concentração, um carro alegórico quebrou, derrubando um destaque. Renato Henrique Teixeira, que se acidentou, foi socorrido pelo SAMU consciente e sem ferimentos aparentes, embora tenha reclamado muito de dores no quadril.

O incidente causou pânico; outros destaques choraram e desistiram de desfilar. Os que continuaram atravessaram a Avenida sentados, já que não podiam sambar por risco de ocorrer um novo acidente. Um homem do Corpo de Bombeiros foi junto no carro, atento a qualquer problema.

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