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Obama diz que pode visitar Cuba em 2016 se cidadãos tiverem mais liberdades

Intenção da visita foi anunciada um ano após reaproximação | C.B./reuters
Intenção da visita foi anunciada um
ano após reaproximação | C.B./reuters

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está aberto a visitar Cuba em 2016, mas primeiro quer ver se os cidadãos comuns estão usufruindo de mais liberdades, disse o líder norte-americano em uma entrevista divulgada nesta segunda-feira.

“Estou muito interessado em ir a Cuba, mas acho que as condições têm de ser as certas”, disse Obama. Na entrevista, que coincidiu com o aniversário do anúncio de que Havana e Washington estavam reatando os laços, Obama ainda defendeu seu objetivo de fechar a prisão militar norte-americana na Baía de Guantánamo, mas admitiu ser improvável que ela seja devolvida a Havana em um futuro próximo.

Apesar de prometer, durante sua primeira campanha presidencial, fechar a prisão, estabelecida para deter suspeitos de terrorismo após os atentados de 11 de setembro de 2011, Obama enfrentou resistência no Congresso dos EUA para transferir os presos, especialmente para penitenciárias em seu país. Ainda restam 107 detidos em Guantánamo, que já abrigou 600 deles.

Obama afirmou que ainda pode desativar a prisão antes de deixar o cargo, em janeiro de 2017, mas não enviou ao Congresso um plano já prometido explicando como o faria. 

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