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Termina sequestro em hotel de luxo de Mali; 27 pessoas morrem na ação

Soldado das forças do governo de Mali segura uma bandeira jihadista capturada com os sequestradores | Joe Penney/Reuters
Soldado das forças do governo de Mali segura uma bandeira jihadista capturada com os sequestradores | Joe Penney/Reuters

O sequestro de 170 hóspedes e funcionários do hotel de luxo Radisson Blu, na capital do Mali, no oeste da África, nesta sexta-feira, terminou no início da tarde desta sexta-feira com 27 mortos.

A operação de resgate foi feita pelas forças de segurança do país com a ajuda de militares americanos e franceses. A ação foi reivindicada por um grupo ligado à rede terrorista Al-Qaeda.

Segundo uma fonte da segurança, os assaltantes chegaram ao hotel em uma viatura com matrícula do corpo diplomático.

Ataques

No dia 7 de março deste ano, um atentado contra um bar-restaurante em Bamako fez cinco mortos, entre eles um cidadão belga e um francês. Foi o primeiro ataque desse tipo registrado na capital do Mali.

Em agosto passado, ocorreu outra tomada de reféns, de mais de 24 horas, em um hotel da cidade, que provocou a morte de quatro soldados e cinco funcionários da Organização das Nações Unidas, bem como de quatro assaltantes.

Os grupos islâmicos têm feito ataques no Mali desde junho, apesar de um acordo de paz entre os rebeldes tuaregues, no norte do país, e grupos armados rivais pró-governo.

O Norte do Mali esteve, entre março e abril de 2012, sob controle de grupos jihadistas ligados à Al Qaeda, na sequência de um golpe militar.

Os grupos foram dispersados e perseguidos após uma intervenção militar internacional lançada em janeiro, por iniciativa da França, cujas forças militares se mantêm ainda no país. No entanto, há várias regiões que escapam ao controle das forças militares malaias e estrangeiras.

Há muito concentrados no Norte do país, os ataques jihadistas estenderam-se, desde o início do ano, para o centro e, desde junho, para o sul do território.O sequestro de 170 hóspedes e funcionários do hotel de luxo Radisson Blu, na capital do Mali, no oeste da África, nesta sexta-feira, terminou no início da tarde desta sexta-feira com 27 mortos.

A operação de resgate foi feita pelas forças de segurança do país com a ajuda de militares americanos e franceses. A ação foi reivindicada por um grupo ligado à rede terrorista Al-Qaeda.

Segundo uma fonte da segurança, os assaltantes chegaram ao hotel em uma viatura com matrícula do corpo diplomático.

Ataques

No dia 7 de março deste ano, um atentado contra um bar-restaurante em Bamako fez cinco mortos, entre eles um cidadão belga e um francês. Foi o primeiro ataque desse tipo registrado na capital do Mali.

Em agosto passado, ocorreu outra tomada de reféns, de mais de 24 horas, em um hotel da cidade, que provocou a morte de quatro soldados e cinco funcionários da Organização das Nações Unidas, bem como de quatro assaltantes.

Os grupos islâmicos têm feito ataques no Mali desde junho, apesar de um acordo de paz entre os rebeldes tuaregues, no norte do país, e grupos armados rivais pró-governo.

O Norte do Mali esteve, entre março e abril de 2012, sob controle de grupos jihadistas ligados à Al Qaeda, na sequência de um golpe militar.

Os grupos foram dispersados e perseguidos após uma intervenção militar internacional lançada em janeiro, por iniciativa da França, cujas forças militares se mantêm ainda no país. No entanto, há várias regiões que escapam ao controle das forças militares malaias e estrangeiras.

Há muito concentrados no Norte do país, os ataques jihadistas estenderam-se, desde o início do ano, para o centro e, desde junho, para o sul do território.

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