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Foco 10/04/2015

Professores fazem manifestação em São Paulo e decidem manter greve

Segundo a Polícia Militar, 2 mil pessoas estão no local | Estele San Juan/Radio SulAmérica Trânsito

Segundo a Polícia Militar, 5 mil pessoas estiveram no local | Estele San Juan/Radio SulAmérica Trânsito

Professores da rede estadual fizeram uma manifestação no bairro do Morumbi, zona sul de São Paulo, nesta sexta-feira. O ato começou por volta das 14h na Praça Roberto Gomes Pedrosa em frente ao Estádio do São Paulo Futebol Clube.

Segundo a Polícia Militar, 5 mil pessoas estiveram no local. Elas, apoiados pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), defendem a escola pública, querem a valorização do magistério e pedem reajuste salarial.

O ato, que segue pacífico, deve ir até o Palácio dos Bandeirantes.

Professores de São Paulo decidem manter greve

Os professores paulistas decidiram manter a greve iniciada há 28 dias. A assembleia foi realizada na Praça Roberto Gomes Pedrosa, próxima ao Palácio dos Bandeirantes.

Após a decisão, os professores seguiram para a sede do governo paulista. Eles reivindicam a abertura de negociação com o governo do estado, além de reajuste de 75,33% para equiparação salarial com as demais categorias de nível superior e a incorporação do bônus concedido aos professores, com base no rendimento dos profissionais.

Na última semana, os professores bloquearam o tráfego em rodovias para pressionar o governo a negociar. Ontem, a Rodovia Anchieta foi fechada por cerca de uma hora pelos profissionais de ensino de São Bernardo do Campo.

Em nota, a Secretaria da Educação do Estado disse que permanece aberta ao diálogo e que, neste ano, reuniu-se quatro vezes com os sindicatos que representam os servidores.

“Os professores da rede estadual paulista que receberam reajuste salarial em agosto contam com um piso salarial 26% superior ao estabelecido em todo o país, com um aumento salarial de 45% nos últimos quatro anos. Este mês a pasta iniciou o pagamento do maior bônus da história, que totaliza R$ 1 bilhão”, destaca a nota.