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Brasil 10/04/2015

Presos na 11ª fase da Operação Lava Jato são transferidos para Curitiba

Élia segue para aeroporto, onde embarca rumo à Curitiba / Marco Aurélio Martins/Ag. A Tarde/Folhapress | Aurélio Martins/Ag. A Tarde/Folhapress

Élia segue para aeroporto, onde embarca rumo à Curitiba / Marco Aurélio Martins/Ag. A Tarde/Folhapress | Aurélio Martins/Ag. A Tarde/Folhapress

O ex-deputado federal Luiz Argôlo (SD-BA) e sua secretária, Élia Santos da Hora, presos na 11ª fase da Operação Lava Jato da Polícia Federal, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras, embarcaram nesta sexta-feira para Curitiba, no Paraná.

Três mandados de busca e apreensão também foram cumpridos nesta sexta-feira nas casas dos dois detidos e também no escritório do político em Salvador.

Segundo a investigação, o político recebeu propina, intermediou contratos e fez a campanha financiada com verbas ilícitas.

A Polícia Federal deflagrou a 11ª fase da operação Lava Jato na manhã desta sexta-feira. Além de Argôlo, foram presos o ex-petista André Vargas e o ex-presidente do PP Pedro Corrêa. Este já havia sido condenado no processo do mensalão e aquele teve o mandato de deputado federal cassado em dezembro do ano passado por quebra de decoro.

Vargas foi preso por volta das 6h no condomínio onde mora, em Londrina, no Paraná. Ele e seu irmão, Leon Vargas, chegaram à superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba por volta das 16h.

Os três são suspeitos de ter ligação com o doleiro Alberto Youssef.

Além dos ex-deputados, foram presos o irmão de André Vargas, Leon Vargas; Ivan Mernon da Silva Torres, que, segundo a polícia, atuava como laranja de Pedro Corrêa, e Ricardo Hoffmann, diretor de uma agência de publicidade.

Todos os presos serão levados ainda nesta sexta-feira para a carceragem da superintendência da Polícia Federal em Curitiba.