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Foco 04/04/2015

Manifestações marcam um ano da morte de Bernardo Boldrini

Moradores de Três Passos, cidade onde o menino morava, levaram cartazes e velas para a frente da casa da família Boldrini / Filipe Peixoto/Band RS

Moradores de Três Passos, cidade onde o menino morava, levaram cartazes e velas para a frente da casa da família Boldrini | Filipe Peixoto/Band RS

Moradores de Três Passos, no Rio Grande do Sul, levaram cartazes, flores e velas para a frente da casa em que morava o menino Bernardo Boldrini. A manifestação é para lembrar o assassinato brutal do menino, que completa um ano neste sábado.

Segundo as investigações da Polícia Civil, a madrasta do menino, Graciele Ugulini, e a amiga Edelvânia Wirganovics aplicaram uma superdosagem de sedativo no menino e depois o medicamento que causou a morte. Juntas, elas teriam despejado soda cáustica no corpo e o enterrado às margens de uma rodovia.

As duas estão presas. Assim como o pai de Bernardo, o médico Leandro Boldrini. Ele teria ajudado na compra do medicamento que provocou a morte do próprio filho.

Ex-professores, amigos e pessoas até de outras cidades e que nem conheceram Bernardo pessoalmente participaram do ato deste sábado. Também foram enviados cartazes de outros Estados.

Às 11h30min o grupo fez uma oração e depois os colegas de escola leram uma carta. Eles fizeram um relato de como foi o primeiro ano sem Bernardo e, para cada mês, uma vela foi acendida, enquanto imagens do menino passavam em um telão.

Na parte da tarde, por volta das 16h, está prevista uma nova oração. O horário faz referência ao momento em que o menino foi assassinado.

No domingo será realizada uma missa às 19h e depois o grupo fará uma caminhada até a casa onde morava a família Boldrini.