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Foco 03/04/2015

Câmera registra queda do helicóptero que matou filho de Alckmin

A queda do helicóptero que matou Thomaz Rodrigues Alckmin, filho caçula do governador Geraldo Alckmin, e mais quatro pessoas foi flagrada por uma câmera de segurança. Nas imagens é possível ver o momento exato em que a aeronave cai e também um pedaço da fuselagem se desprendendo.

O acidente aconteceu próximo à rodovia. Por isso, no registro da câmera instalada em uma empresa, é possível perceber os carros trafegando enquanto que, ao fundo, o helicóptero aparece já fora de controle. Em segundos, a aeronave atinge o telhado de uma casa.

A queda do helicóptero foi registrada por volta das 17h dessa quinta-feira em Carapicuíba, na Grande São Paulo. Um cinegrafista amador fez imagens no local do acidente. Os bombeitos haviam acabado de chegar.

Dá para ver os destroços espalhados pelo chão. Parte do helicóptero ficou escorada na parede da casa, mas a outra acabou completamente arrancada e destruída.

Os cinco ocupantes morreram no local do acidente.

O corpo de Thomaz está sendo velado desde as 4h30min desta sexta-feira na capela do Hospital Albert Einstein, na zona sul de São Paulo. A cerimônia deve se estender até as 14h, quando está previsto o translado até Pindamonhangaba – cidade natal do governador de São Paulo e onde Thomaz Alckmin será enterrado.

Thomaz tinha 31 anos – ele completaria 32 nesta segunda-feira – e morreu na tarde desta quinta-feira, em um acidente de helicóptero em Carapicuíba, na Grande São Paulo. Outras quatro pessoas estavam na aeronave e também morreram na queda.

O filho caçula do governador de São Paulo era formado em administração de empresas e também pilotava helicópteros – apesar de não ser ele quem estava no comando da aeronave que caiu nessa quinta. Thomaz deixa a mulher, Thaís Fantato, e duas filhas, a mais nova nasceu há pouco mais de um mês.

Bolinha, no Pânico na Band, viu o acidente de perto:

O helicóptero da empresa Seripatri Participações decolou do Helipark. Além de Thomaz, estavam na aeronave os funcionários da empresa Carlos Haroldo Isquerdo Gonçalves, de 53 anos, que pilotava o helicóptero no momento da queda e tinha mais de 30 anos de experiência; e Paulo Henrique Moraes, de 42 anos.

Os outros dois ocupantes, Erick Martinho, de 36 anos, e Leandro Souza, de 34, eram mecânicos da empresa de manutenção Helipark.

O helicóptero havia passado por uma revisão e fazia um voo de teste.