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Bairro nobre de São Paulo ainda têm 213 árvores com risco de queda

Dois anos depois de um estudo do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) identificar a necessidade de remoção de 333 árvores nos Jardins por risco iminente de queda, a prefeitura removeu apenas 120 exemplares (36%). No lugar dessas, 113 foram plantadas.

Segundo relatório de execução orçamentária da Secretaria do Planejamento, dos R$ 3 milhões previstos para manutenção de árvores, apenas R$ 946 mil haviam saído do caixa, até o mês de outubro.

O estudo do IPT foi encomendado pela associação AME Jardins, em parceria com a AES Eletropaulo. O objetivo é reduzir o risco de queda de árvores no verão.

“Pagamos o levantamento do IPT e entregamos para eles. A prefeitura sabe onde está o problema, mas a administração é muito morosa em relação à remoção”, afirma o presidente da AME Jardins, Fernando José da Costa.

A Secretaria das Subprefeituras afirma que o serviço de poda e remoção está dentro do cronograma. De acordo com a Pasta, a maioria das árvores indicadas pelo IPT é de grande porte, e sua retirada necessita do auxílio da concessionária de energia elétrica.

Dos 46 casos indicados pelo IPT como de grande risco, a subprefeitura já removeu 26. Das 22 restantes, 4 estão na programação da Subprefeitura e 18 estão aguardando o auxílio da Eletropaulo para serem podada ou removidas.

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