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Fifa diz estar confiante no sucesso da Copa no Brasil

 | Sergio Moraes/Reuters
«Estamos confiantes, tudo está sob controle», diz Valcke | Sergio Moraes/Reuters

Às 17h de quinta-feira, exatamente a uma semana do ponta-pé inicial de Brasil e Croácia, o jogo inaugural do Mundial, no Itaquerão, a Copa entrou em ritmo de contagem regressiva. Em entrevista que reuniu o presidente da Fifa, Joseph Blatter, o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, o ministro do Esporte, Aldo Rebello, e o presidente da CBF e do COL, José Maria Marin, em São Paulo, o clima era de otimismo em relação ao desfecho do evento.

Nem parecia que há alguns anos Valcke e Rebello bateram boca depois que o francês disse que “os brasileiros precisavam levar um pontapé no traseiro para se mexer”.

“Estamos confiantes, tudo está sob controle, ainda que só no dia 13 de julho, depois de encerrada a final, é que poderemos fazer uma avaliação melhor”, disse Valcke ao Metro Jornal. “Por enquanto, estamos confiantes”, disse Blatter, ao seu lado. “Há quatro anos, na África do Sul, muita gente também dizia que haveria problemas e, no final, foi um grande Mundial. Estou otimista que o mesmo acontecerá no Brasil.”

Perguntado sobre os custos elevados da organização, Rebello rebateu o argumento  de que a Copa foi bancada com dinheiro público. “O que o governo fez foi emprestar dinheiro para a construção dos estádios”, disse ele ao Metro Jornal. “Os cerca de R$ 27 bilhões que foram gastos são pequenos comparados aos R$ 300 bilhões que governo paga de juros sobre a sua dívida. O que importa é que vai ter Copa no Brasil e ela será uma festa inesquecível.” 

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