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Teste na Arena da Baixada tem público fraco e vitória do Timão

Público compareceu em pequeno número para ver a vitória do Corinthians sobre o Atlético-PR | Rodolfo Buhrer/Reuters
Público compareceu em pequeno número para ver a vitória do Corinthians sobre o Atlético-PR | Rodolfo Buhrer/Reuters

O Atlético Paranaense realizou nesta quarta-feira um jogo-teste para a Copa do Mundo, contra o Corinthians, com a Arena da Baixada ainda incompleta e público reduzido a 33 dias da primeira partida do Mundial no estádio de Curitiba.

Empurrado por cerca de 30 mil torcedores, o Atlético-PR saiu na frente com Marcelo, mas o Corinthians virou com gols de Luciano e Renato Augusto, vencendo o amistoso por 2 a 1. A partida foi realizada sob os padrões da Fifa.

A Arena da Baixada está na fase final da sua reforma, faltando instalar parte das cadeiras, terminar os acabamentos internos e concluir a fachada. Do lado de fora, ainda há obras acontecendo.

O estádio, com capacidade para 43 mil torcedores, receberá quatro partidas do Mundial, todas pela fase de grupos, a primeira delas em 16 de junho, entre Irã e Nigéria.

O jogo-teste entre Atlético e Corinthians correu o risco de não acontecer e só foi confirmado depois que o clube paranaense entregou um laudo técnico, «aceito pelo Ministério Público do Paraná diante do compromisso do Furacão (apelido do Atlético) de arcar com a responsabilidade pela segurança no jogo-teste», segundo o MP paranaense.

Este foi o segundo jogo-teste no estádio, após o evento realizado no dia 29 de março, quando o Atlético-PR enfrentou o J. Malucelli e empatou por 0 x 0 para um público de 10 mil pessoas.

A Arena da Baixada é um dos três estádios ainda inacabados para a Copa e causou dor de cabeça aos organizadores. Por causa dos atrasos nas obras, o estádio esteve ameaçado de ficar fora do Mundial e só foi reconfirmado pela Fifa no fim de fevereiro.

O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, disse no fim de abril que a arena de Curitiba ainda tinha «trabalho a fazer» para estar pronta para a Copa e que a grama «precisava ficar mais forte» e ser protegida.


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