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Suspeito de queimar 34 ônibus é preso, cinco ainda são procurados

Ônibus destruídos dentro da garagem | Mario Angelo/Sigmapress/Folhapress
Ônibus destruídos dentro da garagem | Mario Angelo/Sigmapress/Folhapress

A Polícia Civil prendeu na manhã de terça-feira um dos suspeitos de incendiar 34 ônibus na garagem da empresa  Urubupungá, em Osasco, durante a madrugada. Segundo o chefe da delegacia seccional da cidade, Paulo Tucci, o suspeito Edilson Almeida Silva, de 19 anos, foi encontrado em sua casa, a um quilômetro do pátio. Ele é irmão gêmeo de Edenilson, que foi executado com 24 tiros por dois homens na noite de anteontem. A morte dele teria motivado o ataque aos coletivos.

O incêndio aos ônibus aconteceu, por volta da 1h, quando pelo menos cinco criminosos entraram na garagem da companhia, na avenida Presidente Médici, no Jardim Mutinga, renderam um segurança e um manobrista, despejaram gasolina em dois ônibus e atearam fogo aos coletivos.

Ao todo, 23 carros tiveram perda total e 11 foram destruídos parcialmente. Segundo a empresa, cerca de 20 mil passageiros foram prejudicados com a depredação dos veículos. A companhia conta com 670 carros e atende a 20 linhas municipais.

“Também houve um prejuízo de cerca de R$ 10 milhões. E não é a primeira vez que isso acontece”, disse o diretor da Urubupungá, Luiz Augusto Saraiva.

A polícia trabalha agora com imagens das câmeras de segurança da empresa para tentar identificar os outros suspeitos.

Capital

Outros três ônibus foram incendiados entre a noite de segunda-feira e a madrugada de terça-feira na capital.

Dois ataques aconteceram na região de Ermelino Matarazzo, na zona leste, e outro na avenida Coronel Sezefredo Fagundes, no Tremembé, zona norte.

Com isso, sobe para 64 o número de coletivos queimados na capital este ano – apenas um a menos do que em todo o ano passado, de acordo com a SPTrans.

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