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Representação / Imagem de MasterTux por Pixabay Representação / Imagem de MasterTux por Pixabay
Estilo de Vida 13/07/2021

Como evitar os três erros mais comuns nos namoros

Terapeuta aponta as principais armadilhas do amor e como podemos fazer para evitar cair nestes erros.

Vários motivos levam ao término de um relacionamento. Incompatibilidade de pensamentos, planos diferentes para o futuro e até mesmo conhecer uma nova pessoa com quem se tem uma química de outro mundo. Geralmente são coisas que não podem ser evitadas, mas existem alguns padrões de namoro que podemos enfrentar.

Em notícia divulgada pelo Metro Uk, a psicoterapeuta de relacionamentos Heather Garbutt revelou quais são os três erros mais comuns que acabam com os relacionamentos. Descubra quais são e o que fazer para evitá-los.

Idealizar a outra pessoa

Será que você realmente gosta da outra pessoa ou está somente projetando alguma versão de conto de fadas nela? “Muitas vezes podemos nos apaixonar por quem pensamos que alguém é”, afirma Heather.

Idealizar o outro pode ser um indício certo de fracasso. Ninguém pode viver de acordo com uma lista de atitudes perfeitas. Quando essa idealização é quebrada e os defeitos da outra pessoa ficam evidentes, você certamente ficará desapontado.

Ir com calma e certificar-se de quem realmente conhece a outra pessoa por quem ela é, e não por quem você espera que seja, pode ser a chave para não cair nessa armadilha. Também não se esqueça de olhar para si mesmo. Você realmente está apaixonado ou está apenas com medo de ficar solteiro?

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Seguir os hormônios, e não o coração

Levar o namoro para o físico muito rapidamente pode ser uma grande armadilha. Entendemos a necessidade de ter este tipo de contato, mas mergulhar de cabeça na intimidade pode gerar problemas futuros.

“Podemos nos permitir chegar perto demais rapidamente e liberar a atração física com todos os seus aspectos hormonais e forças de apego”, explica Heather. “Os hormônios e padrões de apego fizeram com que as pessoas se envolvessem profundamente”.

Nossos hormônios podem ser ativados com facilidade. Para as mulheres, em particular, a oxitocina pode criar uma sensação de apego quase que instantaneamente. “Esta é uma viagem biológica que precisa ser tratada com cuidado”, reforça Heather. Neste caso, é bom manter uma certa distância até estar certo de que você deseja estar com a pessoa e de que confia nela e em seus sentimentos.

Não conseguir ver as falhas dos outros

Combinada com as duas primeiras armadilhas, esta terceira certamente causará estragos. Quando idealizamos alguém novo e ficamos rapidamente envolvidos, é provável que nossos olhos não estejam atentos aos problemas que esta pessoa pode nos trazer.

Tire um momento para se questionar se não está vendo essa pessoa em um mar de rosas e ignorando os sinais de alerta. Será que você está tão ansioso para estar com alguém que está deixando de lado coisas que normalmente te deixam mal?

“É muito importante ir devagar. Tenha em mente as qualidades que você deseja na outra pessoa e reserve um tempo para verificar se ela as possui”, reforça Heather. A terapeuta ainda afirma que é importante verificar como a pessoa se comporta com os outros, se os trata com respeito, consideração e bondade.

Fique atento a pessoas que te tratam como o centro do mundo muito rapidamente. Sabemos o quanto a ideia de viver uma nova experiência pode ser atrativa, mas é importante manter os olhos bem abertos. Leve as coisas devagar e sempre verifique se está no caminho certo.

“Só o tempo dirá se eles são confiáveis, se cumprem sua palavra, se tratam as pessoas de forma consistente com gentileza e respeito”, afirma a terapeuta.

O tempo é a palavra-chave na prevenção a estas armadilhas do namoro. Não caia de amores por alguém até saber que essa pessoa está disposta e é confiável e capaz de manter um relacionamento saudável com você.