5 atitudes para desapegar do passado

Por Victória Bravo

Se liberar do passado é importante para continuar vivendo, mas infelizmente não é tão fácil seguir em frente. De acordo com Gustavo Razzetti, especialista em comportamento humano, alguns passos podem ajudar a deter esses pensamentos.

Confira no artigo adaptado e traduzido do portal Psychology Today:

  1. Pare de tentar ser o herói da sua história

Todos nós fomos feridos. É triste e constrangedor, ninguém quer parecer fraco. É por isso que construímos nossa versão idealizada do passado. E culpar os outros em vez de assumir a responsabilidade pelo que aconteceu.

Tudo na vida tem um começo e um fim. Você não precisa ficar repetindo o seu passado para mantê-lo vivo. Faça as pazes com o final, especialmente se foi feio, e siga em frente.

  1. Não deixe que outros definam quem você é.

Culpar os outros quando as coisas dão errado nos faz perder o controle. Você não pode controlar o que os outros fazem, mas pode controlar como reage. Focar no que as pessoas fizeram (para você) é uma distração. Retome o controle do que você pode controlar e escolha viver a vida em seus próprios termos, não nos de outra pessoa.

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  1. Aprenda a perdoar a si mesmo.

Quando algo dá errado, tendemos a nos culpar também. Temos dificuldade em aceitar que cometemos erros e deixamos nossa mentalidade perfeccionista assumir o controle. Aprenda a se perdoar, pois os erros podem ser corrigidos. Os erros não são um destino final, mas uma parada que nos prepara para a jornada. Devemos aprender com eles e seguir em frente.

  1. Não deixe seus problemas definirem você.

Quando ficamos tão envolvidos em um problema, torna-se difícil separar o evento de quem somos. Suas histórias moldam você, mas não definem sua identidade. Não deixe uma experiência amarga se tornar o que você é. Abandonar uma história passada abre espaço para novas. Concentre-se no aqui e agora e fique em paz consigo mesmo.

  1. Construa uma mente de "Teflon".

Todas as nossas lutas derivam do apego. Estamos tão apaixonados por alguém que não podemos separar "eu" de "nós". Não há nada de errado em amar alguém ou o trabalho. O problema é quando estamos tão apegados a eles que o medo de perdê-los não nos permite desfrutá-los hoje.

O monge budista Ajahn Brahm, explica que a melhor maneira de deixar algo que dói partir é não deixá-lo grudar primeiro.

Abandonar o passado não é esquecer o que aconteceu, mas abandonar nossas expectativas. Não sofremos porque um relacionamento acabou. Sofremos porque queríamos que durasse para sempre.

Em vez de deixar que as expectativas quebradas fiquem presas em sua mente, respeite as experiências positivas, passadas e presentes.

E aí, achou que dá para colocar em prática?

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