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Com vantagem menor do Corinthians, rivais se animam no Brasileirão

Gabriel segue confiante no título | Marco Galvão/Fotoarena/Folhapress Gabriel segue confiante no título | Marco Galvão/Fotoarena/Folhapress

É bem verdade que a vantagem do Corinthians depois de 30 partidas do Campeonato Brasileiro é bastante grande. São seis pontos sobre Palmeiras e Santos – a mesma que o Timão tinha para o Grêmio na 15ª rodada. Mas ela já foi bem maior, de 10, na 24ª rodada. E os comandados de Fábio Carille já mostraram desempenho mais satisfatório. Agora, faltam oito jogos. Motivo para se preocupar?

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Não. Pelo menos foi o discurso de jogadores e diretores ontem, no desembarque da equipe em Guarulhos após a derrota por 2 a 1 contra o Botafogo na última segunda-feira.

“Vamos partir para ganhar o jogo da Ponte no domingo, em Campinas. Se não der, ganhamos o próximo [contra o Palmeiras, em Itaquera]. O Corinthians não vai perder a cabeça, está no caminho certo e fatalmente vai ser campeão. Os que torcem contra vão terminar o ano desesperados”, disse otimista o diretor de futebol alvinegro, Flávio Adauto, ao Fox Sports.

Gabriel também foi na mesma linha. Para o volante, não há motivos para desespero: “A aproximação é normal. Vamos entrar em campo sempre pra distanciar do segundo e encurtar o campeonato. O Corinthians é líder de forma indiscutível. Sabemos da oscilação, mas isso pode e deve ser revertido. Estamos nos cobrando muito internamente. Vamos mostrar que o líder está com sangue nos olhos.”

Apesar das palavras de otimismo, o Corinthians sabe que o título não está exatamente assegurado.

Na Academia de Futebol, ao menos abertamente, não se fala em título. No dia a dia, o discurso é de manter foco “jogo a jogo”, sem pensar em uma eventual disputa pelo bicampeonato nacional. O objetivo palmeirense,  ainda quando Cuca era o treinador, é o de ter a melhor campanha do segundo turno – como tem no momento –, o que garantiria a equipe na fase de grupos da Libertadores de 2018. Na ocasião, o time estava a 15 pontos do rival.

No Peixe também não se fala em levantar a taça. Mas o sonho existe. Os rivais que não abram o olho. 

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