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Rival faz proposta por diretor do Palmeiras Alexandre Mattos, que não confirma permanência

Apesar da festa da conquista do título brasileiro, o Palmeiras pode ficar sem o técnico Cuca e também Alexandre Mattos. O diretor -executivo de futebol recebeu proposta de um clube da Série A. A informação é do jornalista Jorge Nicola, da Bradesco Esportes FM.

Mattos afirma ainda não ter conversado com Maurício Galiotte, presidente que assume o clube em 15 de dezembro, sobre o tema.

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“Não conversei com o Galiotte ainda. Ele falou que quer contar (comigo). Agora, sim, vamos analisar o que vem pela frente”, afirmou.

Mattos conquistou neste domingo sua quarta taça nacional em quatro anos. Ele havia sido campeão brasileiro pelo Cruzeiro em 2013 e 2014 e da Copa do Brasil pelo Palmeiras no ano passado.

Mineiro de 40 anos, Mattos tem um dos menores salários entre os executivos de futebol do país, custando R$ 80 mil por mês.

Mattos chegou ao Verdão no ano passado. Na primeira temporada, foram 25 reforços. Desta vez trouxe Mina, Tchê Tchê, Moisés, Jean e Roger Guedes, todos titulares na campanha do título.

O diretor-executivo do Palmeiras já acertou três reforços para 2017: os meias Raphael Veiga, do Coritiba, e Yohan, da Chapecoense, e o atacante Keno, do Santa Cruz.  Ele também conduz a negociação para trazer Alejandro Guerra, do Atlético Nacional, da Colômbia.

Dificilmente Mattos teria a capacidade de trazer tantos reforços para o Palmeiras se não fosse o talão de cheques de Paulo Nobre. Porém, o cartola nega que o presidente tenha aportado dinheiro ao clube nas duas últimas temporadas. Mattos chegou ao Verdão em 2015.

“Dinheiro é importante, mas tem outras coisas acima. O Cruzeiro bicampeão não era o time com maior orçamento. Hoje o Palmeiras não tem a folha salarial mais cara, tem organização muito forte. Fala-se em muito dinheiro investido pelo presidente. Em 2013, sim, com R$ 200 milhoes. Em 2014, sim, com os argentinos, com o Leandro… Nos últimos dois anos o Palmeiras andou com as próprias pernas, com o aumento dos sócios Avanti, os patrocinadores e, acima de tudo, o círculo virtuoso que conseguimos implementar, mesmo com muita crítica”, analisou.

 

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