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Palmeirense na infância, Cuca acerta contrato até o final do ano no Verdão

Cuca foi apresentado nesta segunda-feira, após comandar o seu primeiro treino, como novo técnico do Palmeiras. Com contrato apenas até o fim do ano, o treinador admitiu ser torcedor do clube e a pressão por conquistas. Confira os principais trechos da coletiva.

Elenco

Atualmente o Palmeiras tem quatro ou cinco jogadores que estão fora por uma razão ou outra. De repente os jogadores vão ter novas oportunidades, é normal na troca de qualquer treinador. É normal que um jogador que sinta maior necessidade de jogar possa jogar em outro time. Pretendo dar uma avaliada no elenco antes de tomar qualquer medida.

Pressão 

No Fluminense eu nem dormia, tive onze fogueiras em 2009. Depende só do Palmeiras. Você joga com o Nacional, depois com o Rosario, jogos difíceis, mas que se traz três pontos, de repente fica por uma vitória contra o River Plate no último jogo. Tenho otimismo nesse grupo.

Contrato curto

Tenho contrato até dezembro, quando finda o mandato do presidente. Temos as competições que o Palmeiras tem e vamos buscar o máximo. Time grande não pode pensar em outra coisa além do título.

Visão do futebol 

Gosto de futebol bem jogado. Você tem de ter algumas variações de sistema, um conhecimento amplo. Preciso de um tempo para montar a jogada de saída de bola. Mas primeiro temos de pensar no time para quinta, é de extrema importância para nós.

Marcelo Oliveira

O Marcelo [seu antecessor] com certeza não fazia esse tipo de treino de chutão. Ocorria devido ao jogo. O Cruzeiro dele jogava o fino da bola, era duro jogar contra. Às vezes as coisas não encaixam como a gente quer.

Treinador  tem fama de
supersticioso

Embora não assuma, Cuca, novo comandante do Palmeiras, carrega a fama de ser extremamente supersticioso e apegado à fé.

Tanto que não é raro flagrar o treinador beijando santinhos em momentos decisivos dos jogos, repetindo camisa que considera da sorte, carregando consigo um terço no bolso ou entrando no gramado com o pé direito.

Uma das histórias contadas por jogadores já treinados por Cuca é que ele não gosta que o ônibus que leva a delegação para as partidas dê ré, por qualquer motivo.

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