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Esporte 01/04/2015

Na chegada ao Palmeiras, Egídio relembra momentos difíceis na Ucrânia

Egídio é o novo reforço para a lateral-esquerda do Palmeiras | Mister Shadow/ASI/Sigmapress/Folhapress

Egídio é o novo reforço para a lateral-esquerda do Palmeiras | Mister Shadow/ASI/Sigmapress/Folhapress

Egídio foi apresentado no Palmeiras, nesta quarta-feira, e relembrou os momentos difíceis que passou no último clube. O jogador é o 20º reforço do Verdão, chega do Dnipro, da Ucrânia, e assinou contrato até o fim de 2017.

“Eu recebi a proposta do Dnipro, tinha mais dois anos de contrato com o Cruzeiro, e aceitei pela questão financeira. Lá, não era nada disso. Eles não corresponderam. Passei sufoco, gastando meu dinheiro pessoal do Brasil”, contou o jogador.

“Foi muito ruim, uma experiência que eu achei que seria positiva e foi negativa. Foi frustrante ter ido para a Ucrânia. Estava em um grande clube aqui, campeão, o melhor da posição. Abri mão disso para passar dificuldade lá”, completou.

Apesar dos problemas, Egídio saiu de cabeça erguida e ciente de que fez sua parte. Segundo o jogador, ainda estaria no clube ucraniano se os problemas financeiros não tivessem acontecido, porque ele foi um excelente profissional.

Durante a entrevista, o lateral não poupou elogios a nova equipe e disse que já se imaginou jogando no novo estádio. Porém, a probabilidade do jogador estrear no Campeonato Paulista é pequena, então o primeiro jogo deve ocorrer apenas no Brasileirão.

“Estou muito feliz de chegar ao Palmeiras, pela estrutura, pelos grandes jogadores e profissionais. Pelo elenco que está se formando, meu pensamento é brigar por título”, disse. “Mas pelo que eu estava conversando com meu advogado, com o Alexandre Mattos, infelizmente a chance é mínima de ser inscrito no Paulista. Faltam só dez dias. Mas tudo é possível, sempre tenho esperança”.

Egídio comparou a nova situação do Palmeiras com o momento que passou quando estava no Cruzeiro, e deixou claro que a equipe brigará para estar entre os primeiros colocados.

“Quando fui para o Cruzeiro, foram 15 contratações. No primeiro ano, conseguimos o título brasileiro. É muito parecido. O Cruzeiro tinha escapado do rebaixamento, como o Palmeiras também”, finalizou.