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Meghan e Harry aproveitam “vale night” em Nova York sem as crianças

Os Sussex foram vistos saindo de um restaurante italiano em Manhattan.

Os dois foram vistos saindo do restaurante Locanda Verde, depois de compartilhar um jantar com amigos no restaurante italiano em Lower Manhattan.

Durante a viagem a Nova York no começo desta semana, o príncipe Harry e Meghan Markle puderam aproveitar de uma noite animada entre amigos sem as crianças. Os dois foram vistos saindo do restaurante Locanda Verde, depois de compartilhar um jantar com amigos no restaurante italiano em Lower Manhattan.

De acordo com a People, Meghan usava um macacão preto sem alças assinado pela designer Gabriela Hearst com uma aba branca dobrável, clutch Bottega Veneta e o cabelo penteado com o seu tradicional coque baixo. Já Harry estava casual, vestindo uma camisa azul marinho e jeans escuros.

O discurso de Harry na ONU

A noite marcou a programação do casal em Nova York quando, na segunda-feira, 18, o príncipe Harry discursou em uma assembleia na sede da Organização das Nações Unidas como parte das comemorações do Dia Internacional de Nelson Mandela.

“Aqueles de nós que não tiveram a sorte de conhecer bem Mandela passaram a entender o homem através de seu legado, as cartas que escreveu sozinho em sua cela de prisão, os discursos que fez ao seu povo e as camisas incríveis que usava”, começou Harry em seu discurso.

Ele revelou ainda que mantém uma foto de 1997 do arcebispo Desmond Tutu, da princesa Diana e Mandela em sua casa, a imagem “na minha parede e no meu coração todos os dias”.

O compromisso de Meghan Markle

Mais tarde, também na segunda-feira, Meghan Markle foi vista com a amiga e ativista política Gloria Steinem para almoçar no Crosby Hotel, no SoHo. Gloria Steinem é uma jornalista estadunidense, célebre por seu engajamento com o feminismo e sua atuação como escritora e palestrante, principalmente durante a década de 1960.

No mês passado, a duquesa de Sussex e Gloria, uniram forças um artigo publicado na Vogue, onde abordaram a importância de normalizar as conversas sobre a saúde das mulheres.

O contexto foi a decisão da Suprema Corte norte-americana em julho que retirou um direito assegurado há mais de 50 anos no país. Vale lembrar que, em 1973, a maioria dos juízes entenderam que o direito ao aborto estava implícito no direito de privacidade das pessoas, protegido pela 14° emenda da Constituição.

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