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Curso de atuação em Hollywood? Jade Picon teria se preparado nos EUA para atuar em novela da Globo

O Sindicato se posicionou contra a escalação da influencer, além das críticas de outras atrizes globais.

Após especulações de que a influenciadora digital e ex-BBB Jade Picon estrearia em novela da Globo, a jovem de 20 anos de idade recebeu uma série de críticas por não possuir o registro da profissão. A influencer estaria escalada para a próxima trama de Gloria Perez na Globo, ‘A Travessia’, prevista para o dia 10 de outubro.

De acordo com informações do portal Observatório da TV, Jade Picon fez um curso de atuação na Califórnia durante o mês de abril. A ex-BBB foi escalada para interpretar Chiara, uma influenciadora digital vítima de fake news. A personagem terá envolvimento com Ari, o vilão da trama interpretado por Chay Suede.

Veja mais: Sindicato deseja barrar escalação de Jade Picon em novela: “Sem registro, não trabalha”

A narrativa da novela terá como foco principal as fake news, além de girar em torno do triângulo amoroso formado por Ari (Chay Suede), Oto (Rômulo Estrela) e Brisa (Lucy Alves).

As críticas à escalação de Jade Picon

No início desta semana, algumas atrizes globais teceram críticas à suposta escolha de Jade Picon em ‘A Travessia’. Anna Rita Cerqueiro, Ana Hikari e Nina Tomsic falaram sobre o ocorrido em suas redes sociais assim que a nota sobre a influenciadora digital foi ao ar.

“Se aventurar no teatro... Na minha época, isso significava anos de estudo e panfletar para encher o teatro e receber, por fim de semana, às vezes o que não pagava nem a ida e volta para o teatro. Meus dez anos de curso de teatro se encontram de luto após essa notícia”, disse Anna Rita.

O presidente do Sindicato dos Artistas e Técnicos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro (SATED-RJ), Hugo Gross, também se posicionou contra à escolha da ex-BBB para atuar em novela e afirmou que a instituição tentaria barrar sua integração como atriz sem o registro profissional.

“A lei é muito clara. Sem registro, não trabalha. Isso não é uma perseguição do sindicato a nenhum influencer, a nenhuma pessoa, isso não é uma perseguição às empresas que tão dando trabalho, porque nós, da arte, precisamos de trabalho, nós precisamos realmente que fomentem o trabalho”, afirmou Hugo Gross ao Splash.

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