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Psicóloga afirma que Johnny Depp forçava Amber Heard a fazer sexo; “Alto grau de violência”

Dawn Hughes rebateu diagnóstico de psiquiatra e trouxe novas observações sobre caso

Atenção: antes de compartilharmos detalhes sobre o embate judicial entre Amber Heard e Johnny Depp, queremos alertá-lo que este texto pode conter relatos sobre violência sexual, o que pode despertar gatilhos emocionais.

Continuando:

Após mais de duas semanas com declarações e testemunhas em defesa de Johnny Depp, a partir de agora, é a vez de Amber Heard, sua ex-companheira, apresentar sua versão dos fatos. Vale lembrar que a atriz pediu o arquivamento dos autos, mas a solicitação foi negada.

Ontem (3), a psicóloga Dawn Hughes desmentiu a versão inicialmente contada pela doutora Shannon Curry, que negava que Heard teria transtorno de estresse pós-traumático (TSPT). Em sua declaração à corte, a profissional assegurou que a atriz padece de tal transtorno e que confirmou o diagnóstico após examiná-la por 29 horas e revisar os registros de terapia.

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“Alto grau de violência” e suposta agressão sexual

Durante o seu relato em tribunal, Dawn afirmou ainda que Depp se envolveu em um “alto grau de violência” com Amber e que durante o período em que estavam juntos, o ator teria protagonizado supostos atos de violência sexual, motivados pelo desejo de mostrar uma posição de domínio e “ciúmes obsessivo”.

“Quando o Sr. Depp estava bêbado ou drogado, ele a jogava na cama, arrancava sua camisola e tentava fazer sexo com ela. Esses incidentes geralmente ocorreram em uma fúria alimentada por drogas”, disse.

Depois de avaliar Amber por 12 horas, na última semana, a psiquiatra Shannon Curry havia declarado que a atriz sofre de Transtorno de Personalidade Histriônica e Transtorno de Personalidade Borderline.

Por fim, o que resta agora é acompanhar as próximas declarações e ver qual será o desfecho deste embate judicial. Assim sendo, acompanhe nossa página, pois traremos atualizações diárias.

(Com informações do portal Nueva Mujer).

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