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Pandemia até 2027: distopia escrita por médico busca por final feliz

No livro, o vírus ainda é uma ameaça para a humanidade, mesmo oito anos depois

“ICTUS: o prisioneiro sem nome” não é um livro pessimista. Apesar de se passar em um mundo onde a pandemia ainda não acabou, a ideia do escritor Marcelo Marçal é transmitir uma mensagem de esperança por dias melhores.

Marçal é médico nefrologia e gestor em saúde. Ele atuou na linha de frente do combate do coronavírus e se inspirou em sua experiência profissional para criar seu primeiro livro de ficção. Em “ICTUS”, ele busca passar uma mensagem positiva, na esperança de dias melhores.

Na obra, o autor reflete sobre uma sociedade em que constantes mutações virais transformam a vida de milhões de pessoas. Para isso, ele convida o público a viajar até 2027, ano em que o vírus ainda é uma ameaça.

Nesse futuro distópico, é preciso comprovar saúde para ter acesso às necessidades básicas. Tal prova é realizada por um sistema chamado Hope, um scanner viral altamente tecnológico desenvolvido pela empresa SafeLife. Tudo isso resulta em exclusão sanitária.

Márcio é o protagonista desta história. Ele é um advogado criminalista procurado por um militar para defender um condenado em um caso altamente sigiloso. Ele se envolve em uma história cheia de mistérios e em uma conspiração que vai além da liberdade de um injustiçado.

“ICTUS: o prisioneiro sem nome” é publicado pela Editora Labrador. No site oficial, custa R$ 45.

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