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Meghan Markle pode ser convocada para julgamento do príncipe Andrew

Príncipe Andrew é acusado de ter abusado sexualmente de uma mulher de 17 anos entre os anos 1999 e 2002.

Meghan Markle e outros membros da realeza podem ser chamados a depor na condição de testemunhas no julgamento do príncipe Andrew, terceiro filho da Rainha Elizabeth II. Virginia Roberts acusa o duque de York de ter abusado sexualmente dela quando ela tinha 17 anos. Segundo ela, os abusos sexuais teriam acontecido três vezes, entre os anos de 1999 e 2002, em Londres, Nova York e em uma ilha caribenha privada de propriedade do magnata Jeffrey Epstein, que morreu em agosto de 2019 enquanto estava preso sob acusações de tráfico sexual. O príncipe Andrew negou sistematicamente as acusações.

David Boies, o advogado que representa Virginia Roberts, disse ao Daily Beast que a Duquesa de Sussex era alguém com quem se podia contar “para dizer a verdade”. Ele disse que estavam considerando chamar Meghan porque ela mora nos Estados Unidos, portanto, está sujeita à jurisdição dos tribunais norte-americanos.

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Ele também disse que ela estava sendo considerada porque era “uma pessoa próxima do príncipe Andrew e, portanto, está em uma posição de talvez ter visto o que ele fez”. David Boies disse: “Por causa de sua associação anterior com ele, ela pode muito bem ter um conhecimento importante e certamente terá algum conhecimento”.

O advogado enfatizou que Meghan é apenas “uma das pessoas que estamos considerando, ainda não tomamos uma decisão”.

Durante uma audiência, ocorrida em 4 de novembro, o juiz da corte distrital dos Estados Unidos, Lewis Kaplan, definiu o cronograma para o julgamento da ação movida por Virginia Roberts na cidade de Nova York iniciado em agosto passado. O juiz Kaplan disse que o julgamento ocorreria entre setembro e dezembro de 2022, mas agora informou que deve ouvir os argumentos da equipe jurídica do duque para encerrar o processo em 4 de janeiro.

O advogado de Virgínia disse que sua equipe poderia convocar até 12 testemunhas.

Ao Daily Beast, ele relatou que a ex-esposa do duque, Sarah Ferguson, também estava sendo considerada, mas seria um alvo mais difícil de depor devido ao fato de ela viver no Reino Unido.

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