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“Não é verdade”, diz advogada de Meghan sobre alegação de que a duquesa seria uma “chefe difícil”

Jenny Afia aparece em documentário da BBC rebatendo informação de que Meghan Markle teria assediado moralmente seus assessores reais. Entenda.

Lançado nesta semana, o documentário da BBC ‘The Princes and the Press’, que teve sua parte 1 já liberada no Reino Unido, relembra os capítulos do desentendimento entre os príncipes Harry e William, a relação dos dois príncipes com a imprensa britânica, além de resgatar eventos da vida deles cobertos pela imprensa britânica. O documentário também enfoca na decisão do príncipe Harry e de Meghan Markle em se afastarem do trabalho como membros seniores da Coroa britânica.

Sob este aspecto, uma das entrevistadas é Jenny Afia, advogada de Meghan Markle que rebate informações apresentadas no próprio documentário de que a duquesa de Sussex seria uma “chefe difícil”. Relembramos que Jenny Afia está representando Meghan Markle legalmente na justiça britânica após a duquesa ter sido acusada de assédio moral por parte de seus antigos assessores reais.

“Essa narrativa de que ninguém poderia trabalhar para a Duquesa de Sussex, que ela era muito difícil ou exigia um chefe e que todos tinham que ir embora, simplesmente não é verdade”, disse Afia ao apresentador Amol Rajan. Em um trailer da segunda parte do documentário - programado para ir ao ar em 29 de novembro. Afia disse que “a alegação geral é que a Duquesa de Sussex é culpada de assédio moral” e afirmou que “absolutamente não é verdade”.

Para quem não lembra, em março deste ano, Meghan Markle foi acusada por um de seus conselheiros mais próximos, durante seu tempo como trabalhadora real no Palácio de Kensington, de ter praticado assédio moral contra ele e contra sua equipe. A queixa, relatada pelo The Times em outubro de 2018 pelo ex-secretário de comunicações do casal, Jason Knauf, afirmava que Meghan expulsou dois assistentes pessoais e minou a confiança de um terceiro membro da equipe.

“A Duquesa está triste com este último ataque à sua imagem, particularmente como alguém que foi alvo de assédio moral em outras ocasiões, ela está profundamente comprometida em apoiar aqueles que passaram por dor e trauma”, disse um porta-voz do Duque e da Duquesa de Sussex em uma declaração à People na época. “Ela está determinada a continuar seu trabalho construindo compaixão em todo o mundo e continuará se esforçando para dar o exemplo de fazer o que é certo e fazer o que é bom”.

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Entenda a polêmica

Jason Knauf, que antes foi secretário de comunicações do Príncipe Harry e de Meghan Markle, informou um comportamento abusivo de Meghan em relação a ex-funcionários do palácio. Os episódios de assédio moral teriam sido relatados à Simon Case, secretário pessoal do Príncipe William, e à chefe de Recursos Humanos da Clarence House.

Em um email enviado por Jason Knauf, ele declara: “Parece que a Duquesa (Meghan Markle) sempre tem alguém na mira. Está assediando a Y e tratando de minar a sua própria segurança. Não paramos de receber informes de pessoas que foram testemunhas de atitudes inaceitáveis com relação a Y”. Na mesma mensagem, o ex-funcionário de Meghan se mostra “muito preocupado” pelo assédio a dois empregados, que haviam abandonado o palácio de Kensington, e pelo estresse laboral de outra ex-funcionária de Meghan, Samantha Cohen, que foi sua secretária pessoal.

Knauf disse ao The Times também que alegou por e-mail que «a Duquesa foi capaz de intimidar dois assistentes pessoais fora de casa no ano passado» e estava «tentando minar a confiança de um terceiro funcionário”.

De acordo com o The Times, o próprio Príncipe Harry teria se reunido com Knauf para pedir que não fosse adiante com o assunto. Ao ver que suas reclamações não tinham efeito, ele pediu demissão do posto que ocupava e foi realocado como CEO da Fundação Real do Duque e Duquesa de Cambridge.

Ex-namorado defende Meghan

Em entrevista à US Weekly, em abril deste ano, Joshua Silverstein, namorado da época de juventude de Meghan Markle, defendeu a Duquesa sobre as recentes acusações de que teria praticado assédio moral contra assessores do Palácio de Kensington, enquanto vivia no Reino Unido. Ele disse à revista: “Eu não consigo imaginar Meghan intimidando funcionários reais. Eu a vejo fazendo tudo o que ela sente que deveria fazer para ser feliz e coexistir dentro de um sistema que não tem sido muito receptivo a quem ela é e de onde vem”.

Joshua segue sendo amigo de Meghan e acrescentou: “Quando você vê mulheres de cor, especialmente mulheres negras, defendendo-se e falando abertamente sobre o que sentem, o fato é tratado como desrespeito ou opressão. Muitas vezes as pessoas brancas tendem a classificar isso de maneira negativa porque elas não querem que isso aconteça. É quase como se esperasse que as pessoas de cor soubessem o seu lugar e sempre que elas não concordassem com isso, as pessoas brancas dizem que é um problema”.

“Ela (Meghan) provavelmente está tendo que tomar decisões difíceis e desconfortáveis para apenas ser capaz de sorrir no dia seguinte. É disso que se trata a vida: tomar decisões difíceis para que você possa viver para que você prospere como a pessoa que deseja ser. Contanto que ela esteja feliz e ele (Harry) feliz, isso é tudo que importa”, concluiu Joshua.

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