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“Foi importante mostrar as personagens femininas como independentes”, disse a atriz de ‘007: Sem tempo para morrer’

A atriz Lashana Lynch, que interpreta uma agente secreta Nomi em ‘007: Sem tempo para morrer’, comentou a evolução dos papéis femininos na franquia.

Filme estreia no Brasil dia 30 de setembro.

Com estreia no Brasil agendada para 30 de setembro, ‘007: Sem tempo para morrer’ é o mais recente filme da franquia 007 e trará Daniel Craig pela última vez na pele de James Bond, após 15 anos e 5 filmes. Um detalhe tem chamado a atenção da crítica: a presença de personagens femininas marcantes.

A franquia, que tem hoje mais de 20 filmes, teve seu primeiro lançamento em 1962 com Sean Connery no papel de James Bond. Pela época e também por ser uma produção notadamente voltada para o público masculino, as equipes de produção e diretores ao longo dos tempos nunca se preocuparam em dar espaço para personagens femininas. Muitas vezes tais personagens foram retratadas em último plano, como mulheres sedutoras com as quais o protagonista se envolvia amorosamente. 

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Mas o jogo mudou porque os tempos não são mais os mesmos. Em ‘007: Sem tempo para morrer’, a presença de duas personagens femininas é crucial para a trama e também foi uma escolha particular do diretor Cary Joji Fukunaga. No novo longa, duas novas agentes, Nomi e Paloma, são interpretadas pelas atrizes Lashana Lynch e Ana de Armas, respectivamente. 

Lynch falou sobre como Cary Fukunaga defendeu as personagens femininas de No Time to Die ao lado de Barbara Broccoli e Craig, dizendo: “Cary teve grandes discussões com Bárbara e Daniel sobre como dar equidade às personagens femininas, como mantê-las no controle de si mesmas, como dar a elas momentos solo em que o público aprende quem elas são. Foi muito importante mostrar as personagens femininas como independentes. E acho que ele manteve isso em mente durante toda a filmagem. Eu não me sentia como se Nomi, como uma jovem negra, estivesse constantemente atrás do cara branco, o que, para mim, é um trabalho realizado. E essa foi uma decisão muito consciente para Cary”.

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