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Entretenimento 09/07/2021

“Eles são talentosos e criativos”, disse ex-funcionária de Meghan Markle e Harry

A declaração, aparentemente espontânea, levantou o ego de Meghan e Harry em meio às acusações de que a Duquesa teria assediado moralmente funcionários Reais.

A declaração da ex-funcionária de Meghan Markle e de Harry vem à tona quando a Duquesa de Sussex está prestes a enfrentar uma batalha judicial no Reino Unido na qual é acusada de assediar moralmente funcionários do Palácio. Entenda a polêmica.

Uma declaração, aparentemente espontânea, levantou o ego de Meghan Markle e do príncipe Harry em meio às acusações de que Meghan teria cometido assédio moral contra seus assessores reais quando ainda morava no Reino Unido.

Catherine St-Laurent saiu da Fundação Archerwell, fundada por Meghan e Harry após a saída deles da Família Real britânica, em março de 2020, e lançou sua própria empresa de consultoria filantrópica de impacto social. Em uma entrevista ao The Cut, ela descreveu os antigos patrões como “incrivelmente talentosos e criativos”.

 “Foi uma experiência incrível. Eles são líderes incrivelmente talentosos e criativos. Estou grata por ter tido a oportunidade de fazer isso, de poder estar com eles nessa jornada. O tempo que passei com eles foi incrivelmente gratificante”, disse Catherine St-Laurent , que desempenhou a função de Chefe de Gabinete da Fundação Archerwell.

Catherine é canadense e foi anteriormente funcionária de alto escalão da Fundação Bill e Melinda Gates. Mais tarde, ela se tornou diretora de comunicações e, em seguida, diretora de marca e iniciativas especiais da Pivotal Ventures, uma empresa criada por Melinda Gates.

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Denúncias de assédio moral

Em 3 de março deste ano, o jornal britânico The Times publicou um relatório em uma reportagem na qual assessores da realeza britânica confirmaram terem sido vítimas de assédio moral por parte de Meghan Markle em 2018. De acordo com o jornal, um dos assistentes pessoais mais próximos da Duquesa de Sussex teria feito uma denúncia de intimidação durante a sua estadia no Palácio de Kensington. 

Este funcionário era Jason Knauf, que foi secretário de comunicações do Príncipe Harry e de Meghan Markle. Ele delatou um comportamento abusivo de Meghan em relação a ex-funcionários do palácio. Os episódios de assédio moral teriam sido relatados a Simon Case, secretário pessoal do Príncipe William, e à chefe de Recursos Humanos da Clarence House.

Em um email enviado por Jason Knauf, ele declara: “Parece que a Duquesa (Meghan Markle) sempre tem alguém na mira. Está assediando a Y e tratando de minar a sua própria segurança. Não paramos de receber informes de pessoas que foram testemunhas de atitudes inaceitáveis com relação a Y”. Na mesma mensagem, o ex-funcionário de Meghan se mostra “muito preocupado” pelo assédio a dois empregados, que haviam abandonado o palácio de Kensington, e pelo estresse laboral de outra ex-funcionária de Meghan, Samantha Cohen, que foi sua secretária pessoal.

Na época, Knauf disse ao The Times também que alegou por e-mail que “a Duquesa foi capaz de intimidar dois assistentes pessoais fora de casa no ano passado” e estava “tentando minar a confiança de um terceiro funcionário”.

De acordo com o The Times, o próprio Príncipe Harry teria se reunido com Knauf para pedir que não fosse adiante com o assunto. Ao ver que suas reclamações não tinham efeito, ele pediu demissão do posto que ocupava e foi realocado como CEO da Fundação Real do Duque e Duquesa de Cambridge.

Semanas após a denúncia, Knauf foi nomeado como diretor executivo da Fundação Real do Príncipe William e de Kate Middleton (The Royal Foundation of The Duke and Duchess of Cambridge). No dia 12 de maio, ele pediu demissão e a fundação anunciou que o funcionário deixaria a instituição após uma “uma relocação internacional planejada” e que “exigiu sua decisão de se retirar”.

Meghan, a preparada

O Daily Mirror divulgou em 22 de junho que uma fonte próxima à Meghan Markle garantiu que a duquesa de Sussex está se preparando para um “confronto brutal” com o Palácio de Buckingham com relação às denúncias de assédio moral que ela teria cometido contra alguns membros de sua equipe em 2019, quando ela e o príncipe Harry ainda eram membros da Coroa britânica.

Fontes próximas de Meghan sugeriram, com exclusividade ao Daily Mirror, que os dois lados estão caminhando para uma batalha judicial. Isso porque foi iniciado um inquérito independente para investigar as acusações.

Segundo o jornal,  “pelo menos dez” ex-funcionários do palácio estão “fazendo fila” para auxiliar um inquérito independente criado após as reivindicações. Essa revisão das práticas profissionais está sendo feita por um escritório de advocacia independente desde março deste ano, quando as acusações contra a duquesa vieram à tona.

Uma fonte próxima à investigação disse ao Daily Mirror: “Tenho a sensação de que se trata de um confronto brutal com a duquesa de Sussex, já que é ela quem está contestando todas as alegações dos funcionários reais. O Palácio está levando cada uma das denúncias muito a sério e quer descobrir a verdade sobre o assunto e garantir que aqueles que se manifestam mereçam ser ouvidos”.