‘Alguém Tem que Morrer’: Série do diretor de A Casa das Flores trata de temas como homofobia e racismo

Por Gabriela Acosta - Metro Internacional

Tudo pronto para a estreia da minissérie de três episódios “Alguém Tem que Morrer”, drama do cineasta mexicano Manolo Caro, que chega nesta sexta-feira (16) à Netflix.

A história é ambientada na Espanha dos anos 1950 sob o regime franquista, época em que os espanhóis sofreram profunda repressão. Também aborda questões ainda muito atuais, como o racismo, o machismo e a homofobia.

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No elenco, destaque para a atriz espanhola Carmen Maura (de “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” e “Volver”, títulos de Pedro Almodóvar) e Ester Expósito e Carlos Cuevas, estrelas em ascensão graças aos papéis em “Elite” e “Merlí”, respectivamente.

Ao Metro World News, Cuevas concedeu entrevista ao lado do colega mexicano Alejandro Speitzer, e falou sobre seu personagem, Alonso. “É muito importante para a história, porque há uma tensão muito interessante com Gabino (Speitzer). São duas faces de uma mesma situação, uma na Espanha e outra no México. O reencontro dos personagens fará com que novas coisas surjam na história”, afirma.

“Ele é oprimido pelo meio em que vive e por isso não pode ser totalmente livre. É uma série que tem todos os ingredientes para agradar: uma história bem escrita com personagens poderosos, conflitos universais, um contexto interessante e intérpretes maravilhosos liderados por Alejandro Speitzer”, brinca.

Igualmente reprimido, o personagem de Speitzer é o  filho “pródigo”. “Ele passa muitos anos fora da Espanha, em outra realidade, por isso esconde algo para sobreviver nesse mundo. Até que decide tomar as rédeas de suas vida. É um personagem que defino como encorajador.”

A minissérie é um desafio para a carreira do diretor, conhecido da comédia (como a série “A Casa das Flores”, também disponível na Netflix).

“Tenho certeza de que Manolo vai surpreender com essa história. Ele está muito afastado do gênero que costuma fazer. É um projeto com uma história necessária que, apesar de falar do passado, tem muitas semelhanças com o que vivemos agora”, diz Speitzer.

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