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Com Giorgio Tsoukalos, décima temporada de Alienígenas do Passado estreia nesta quarta

É quase impossível não se impressionar com Giorgio Tsoukalos. E isso não tem nada a ver com o cabelo excêntrico ou a lembrança do meme “Aliens” que dominou a web nos últimos anos. O especialista e estudioso em ufologia de 39 anos ganha a atenção tanto de fãs quanto de gente que nunca o viu porque fala sobre o assunto com uma paixão admirável. Dá até margem para outro meme: case com alguém que fale sobre você como Giorgio fala sobre óvnis.

Apresentador do programa “Alienígenas do Passado” – que estreia sua 10ª temporada nesta quarta-feira (30), às 22h40, no canal History –, o greco-suíço radicado nos EUA desembarcou pela primeira vez no Brasil na semana passada, quando participou de um evento especial com o público – cujos ingressos esgotaram em minutos – e também de entrevistas com a imprensa.

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“Estou muito empolgado com essa nova temporada porque vamos mostrar que exploramos muitos mistérios em diferentes países do mundo, como Japão, Índia, Romênia”, contou ele durante bate-papo com o Metro Jornal.

Segundo Giorgio, os episódios inéditos vão abordar bastante a origem da civilização em nosso planeta, o que inclui o contato com seres de outros planetas. Mas isso não significa que sua teoria de que não estamos sozinhos por aqui já não tenha sido provada nos anos anteriores do programa.

“Eu acho que já conseguimos provar isso, mas tudo depende se você concorda com essas ideias ou não. Eu não posso forçar ninguém a concordar comigo, mas posso apresentar provas e muitos especialistas.”

Entre as descobertas que serão apresentadas, o destaque fica com um objeto de alumínio escondido no armazém de um museu na Transilvânia que parece com a perna de um módulo lunar, mas pode ter mais de 40 mil anos; uma máscara de mil anos idêntica ao rosto de um alienígena cinza e um registro russo de 1948 sobre um velho foguete descoberto na cidade de Kiev. Além disso, também serão mostradas mais informações sobre a frota completa de órbitas brancas não identificadas que voou sobre Osaka em 2015.

Apesar de ainda não ter gravado nenhum episódio em solo brasileiro, Giorgio não descarta essa possibilidade e diz ter vontade de investigar a famosa Pedra do Ingá, que fica próxima ao riacho Bacamarte na Paraíba, e que contém dezenas de imagens rupestres esculpidas de forma desconhecida e que nunca  foram  decifradas. “Estou muito curioso para ver isso”, disse.

Assista entrevista exclusiva com Giorgio Tsoukalos:

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