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‘Este é um filme sobre democracia e poder popular’, diz estrela de ‘Rogue One’

Saída de filmes como «A Teoria de Tudo» e «Histeria», a britânica Felicity Jones, de 33 anos, se prepara para virar estrela de primeira grandeza ao estrelar «Rogue One – Uma História Star Wars», que está em cartaz nos cinemas.

No longa, ela vive Jyn Erso, que lidera um grupo de rebeldes com o objetivo de roubar as plantas da Estrela da Morte e encontrar uma vulnerabilidade deixada ali pelo pai dela, Galen (Mads Mikkelsen), provocando uma baixa no poder destrutivo do Império. Ela conversou com o Metro Jornal sobre o papel e o novo longa.

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O que fez você dizer sim a esse compromisso?
Foi bem fácil. Eu não pensei. Conversei com Gareth [Edwards, o diretor] sobre o filme e imediatamente reconheci que esse era um bom papel. Confiei em Gareth instintivamente e gostei dos outros filmes que ele já tinha feito. Pensei que este seria um grande filme e que haveria muita responsabilidade e pressão, mas fazê-lo com essa pessoa deixou tudo muito mais fácil.

Quão familiar era o universo «Star Wars» para você antes de você fazer parte dele?
Adorei assistir a tudo quando era criança. Vi muitos dos filmes deles – e isso foi fascinante. Cresci no interior da Inglaterra e este foi meu primeiro encontro com Hollywood. É interessante agora assistir ao filme com uma criança de dez anos e ver como isso afeta suas crenças e como você percebe tudo.

Você está migrando de filmes de arte para um megablockbuster.  O que foi mais desafiador para você enquanto atriz?
Acho que cada um de nós dá o que tem de melhor. É como se perdêssemos nosso ego. Essa é uma franquia construída por centenas – se não milhares – de pessoas. Então você apenas se concentra em fazer sua pequena parte da melhor forma possível.

Você pegou inspiração de alguma das heroínas da franquia, como a princesa Leia?
Sim, peguei muito, na verdade. Adoro Carrie Fisher e sua atuação nos primeiros filmes. Há algo nela… Ela parece linda e doce, mas há um fogo sincero dentro de si.

Que mensagem você gostaria que jovens garotas levassem de sua personagem?
Penso em «Rogue One» principalmente do ponto de vista do coletivo, mas não quero soar corporativista [risos]. Ele tem a ver com o poder da união. Se indivíduos se tornam muito poderosos sozinhos, isso é perigoso para a sociedade, como temos visto ao longo da história com o fascismo e ditadores. Nós não queremos isso. Tem que haver democracia e poder popular. Este filme fala sobre isso.

Veja o trailer de «Rogue One»:

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