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Ciborgue Neil Harbisson marca adeus da Campus Party 2016

Acometido por uma condição que o faz ver apenas em tons de cinza, o britânico Neil Harbisson implantou na cabeça, em 2004, uma antena capaz de decodificar as cores por ondas sonoras. A peça o transformou em um ciborgue, mas bem diferente daqueles que nos acostumamos a ver nos cinemas.

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Em um painel na Campus Party, ele – que foi oficializado como primeiro cidadão ciborgue do Reino Unido e partilha de pesquisas na área com a amiga Moon Ribas, que também tem um chip no cotovelo – contou sua história e falou sobre o uso da tecnologia para enaltecer o grau de percepção dos humanos.

“Eu não queria usar ou vestir tecnologia, eu queria me tornar a tecnologia – não porque eu queria ver a beleza da cor, mas porque esse era um elemento social que eu gostaria de usar”, afirmou Habisson no evento. “A internet deixou de ser uma ferramenta para se tornar um sentido”, completa.

Ao todo, 8 mil campuseiros de 18 países e 24 estados diferentes participaram ativamente da Campus Party e ouviram desde a última terça-feira palestras de nomes como o do engenheiro e técnico de efeitos especiais Grant Imahara e da diretora de tendências do aplicativo Happn, Marie Cosnard.

Após uma semana de muitas trocas e desenvolvimento de negócios, os computadores que forneciam 40 GB de velocidade em conexão à internet foram desligados na manhã deste domingo (31).

Campus Party Brasil 2016 em números:

8 mil
campuseiros estiveram na festa

6,5 mil
barracas foram usadas como “moradia” desde o dia 26

52%
foi o percentual de participantes  de São Paulo

64,37%
tinham entre 18 e 29 anos

18
países foram representados na Campus Party por campuseiros

238
projetos foram inscritos na Maratona de Negócios

 

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