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‘Rainbow Six: Siege’ abandona campanha e foca em estratégias multiplayer

Em tempos em que as produtoras de games se preocupam em fazer trabalhos cada vez mais completos e detalhados, a Ubisoft Montreal deu um passo em outra direção no recém-lançado “Rainbow Six: Siege”.

O novo título da franquia do jogo de tiro em primeira pessoa inspirado nos livros de espionagem de Tom Clancy (1947-2013) continua colocando o jogador como personagem central de ações antiterroristas, mas, dessa vez, abre mão do modo campanha.

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A falta de uma história linear a ser seguida por um único jogador deu espaço a um aperfeiçoamento do modo multiplayer, que pode ser acessado nos estilos cooperativo e competitivo.

Isso significa que, quem se dispuser a encarnar os agentes da SWAT, GGN, SAS, Spetsnaz e GSG9 vai precisar apostar no trabalho em equipe, exercer a paciência e aperfeiçoar muito bem sua estratégia – afinal, caso você morra no meio do caminho, não é possível voltar para a rodada antes do fim dela.

Para treinar as táticas a serem implementadas no multiplayer, que adota o esquema de 5 jogadores contra 5, é possível explorar o modo Cenário, no qual é preciso cumprir missões como extração e proteção de reféns, além de desarmar bombas. No modo Caçada aos Terroristas é a vez de enfrentar os inimigos controlados pela máquina.

À medida que avança nas missões, o jogador acumula habilidades e vai desbloqueando recrutas de diferentes agências. O barato dessa parte é que cada novo personagem carrega habilidades e armas completamente diferentes, renovando uma experiência de jogo, a princípio, repetitiva. Outra novidade é a possibilidade de atuar em operações de cerco militar que imitam com realismo as condições de atividades do tipo e exigem que o jogador pense bem antes de sair atirando para todo lado.

“Rainbow Six: Siege” está disponível totalmente em português para Xbox One e Playstation 4 (por R$ 250) e também para PC (R$ 130).

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