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Museu de Arte Moderna expõe vertentes da pintura de Guignard

Nome importante na arte brasileira ao lado de Alfredo Volpi e Di Cavalcanti, Alberto Veiga Guignard (1896-1962) terá parte de sua produção apresentada a partir desta terça-feira na exposição “Guignard – A Memória Plástica do Brasil”, no Museu de Arte Moderna.

Reconhecido por trabalhar em diversos gêneros da pintura, Guignard será apresentado na mostra através de três pontos: retrato, paisagem e natureza-morta. “O critério geral foi organizar [a mostra] de forma que o grande publico entendesse como ele pensava a arte. Como Cézanne, ele pensava por temas. Assim, o público leigo, jovem, vai entender não só a organização do pensamento plástico”, explica Paulo Sérgio Duarte, curador da exposição.

Cerca de 70 obras estarão à mostra, principalmente telas, como “As Gêmeas” (1940), pintura rara de ser vista até mesmo no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio, onde é preservada. “O mais importante dessa exposição é abandonar de vez a ideia de que ele foi ingênuo. Guignard passou longos anos de formação na Europa, estudou o tempo inteiro e só voltou definitivamente ao Brasil aos 33 anos. O que certos críticos veem como ingenuidade trata-se de uma adequação dele, que vem de uma formação rígida, a um país frouxo de regras”, analisa Duarte.

Serviço: No MAM (av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Parque Ibirapuera; tel.: 5085-1300). Abre nesta terça. De ter. a dom., das 10h às 17h30. R$ 6 (grátis aos domingos). Até 11/9.

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