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Entretenimento 09/04/2015

Mortes no clã Lannister mudam jogo de forças no 5º ano de ‘Game of Thrones’

Há algo de podre nos sete reinos de Westeros após traições, sexo e assassinatos cada vez mais surpreendentes terem transformado radicalmente a cara de Porto Real, centro político do continente fictício em que se passa “Game of Thrones”, durante a última temporada da série.

É a partir desse contexto que se constrói o quinto ano do seriado baseado na série literária “As Crônicas de Gelo e Fogo”, de George R.R. Martin, que estreia neste domingo, às 22h, na HBO, simultaneamente em 170 países.

Enfraquecidos após as mortes do rei Joffrey (Jack Gleeson) e do patriarca Tywin (Charles Dance), os Lannisters precisam descobrir como manter um poder cada vez mais cobiçado pelos vizinhos.

Enquanto isso, o anão Tyrion (Peter Dinklage) se exila com a ajuda de Lord Varys (Conleth Hill), que busca convencê-lo a se redimir ao apoiar a ascensão de Daenerys Targaryen (Emilia Clarke). Temporariamente sediada em Mereen, longe de Westeros, a jovem rainha, por sua vez, encontra-se mais e mais atormentada pelo fato de não conseguir controlar seus dragões.

No Norte, Stannis Baratheon (Stephen Dillane) também tenta conduzir um reinado paralelo, mas à base da força, impondo seu poder aos selvagens a contragosto de Jon Snow (Kit Harrington).

A nova temporada introduz ainda um novo reino. Dorne é a terra da Casa Martell, de onde o príncipe Oberyn (Pedro Pascal) saiu para vingar o assassinato da irmã e acabou morto em Porto Real em uma perturbadora luta contra A Montanha (Hafþór Júlíus Björnsson), o que gera um conflito diplomático.

Com tudo isso e o capricho de sempre, a série mais pirateada nos últimos três anos periga repetir o feito em 2015.

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