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Adaptação da HQ ‘Kingsman’ chega aos cinemas; confira o trailer

O diretor Matthew Vaughn adaptou para o cinema a HQ “Kingsman: Serviço Secreto”, de Mark Millar e Dave Gibbons. Coube a Colin Firth o papel de Harry Hart, o espião que precisa introduzir um promissor jovem na sua agência enquanto um vilão tenta destruir o mundo. Premiado com o Oscar por “O Discurso do Rei”, o ator falou com o Metro Jornal sobre a produção, que estreia nesta quinta-feira. (Confira trailer no fim do texto)

Você se tornou agora um herói de ação. Está cansado de interpretar personagens velhos e tranquilos? 
Sim. Mas, na verdade, quando meu personagem não está por aí chutando traseiros, ele fica bem tranquilo. Foi emocionante aprender essas habilidades após um treinamento de seis meses. Tudo isso tem mais a ver com dança do que qualquer outra coisa.

Você consegue manter os óculos nas cenas de luta. Isso o incomodou?
Eu estava convencido de que os óculos não sobreviveriam. Mas uma parte da história tem a ver com o fato de os óculos precisarem ficar na cara, porque têm uma câmera. Agora aprendi que posso lutar contra 200 pessoas e manter os óculos no lugar.

Gosto do fato de “Kingsman” ser um filme clássico de bonzinho versus malvadão. O que você acha?
Gosto apenas neste tipo de filme. “Kingsman” tira sarro de outros filmes – ele tem a ver com cultura pop, com quadrinhos e trata desse tipo de loucura improvável dos filmes ao estilo James Bond. Acho que, de certa forma, é uma celebração e sátira das coisas cartunescas com as quais crescemos. Em um drama sério, sobre conflitos humanos, acho que esse tipo de clareza é ingênua.

Seus filhos acham que você se encaixa no papel?
Não. Eu até perguntei para um deles: “Você acha que eu sirvo para Kingsman?” e ele respondeu “Hum, talvez Johnny English”.

Você interpretou muitos papéis, mas é comumente associado ao mr. Darcy de “O Diário de Bridget Jones”. Isso o desaponta?
Não penso nisso. Parei de me importar com esse tipo de coisa em 1994. Se as pessoas ainda lembram do papel, é algo do qual posso me orgulhar. Mas eu não tenho nenhuma intenção de interpretar Darcy de novo.

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