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Pluralidade marca 19ª edição do Festival É Tudo Verdade

Mais importante evento dedicado ao cinema documental no Brasil, o Festival É Tudo Verdade abre nesta quinta-feira sua 19ª edição marcado por uma seleção plural. “Não temos um vetor estético dominante. Há sim uma grande variedade de temas e isso é um ponto a se destacar (no festival). O documentário está procurando em outras artes novas formas de se contar uma história”, explica o idealizador e diretor do evento, Amir Labaki.

A competição oficial de longas brasileiros terá 7 dos 77 títulos da programação. São filmes como “O Mercado de Notícias” (RS), em que Jorge Furtado, conhecido por suas obras de ficção, reflete sobre o jornalismo. Na competição internacional figuram 12 longas, como “Ai Weiwei – O Caso Falso”, do dinamarquês Andreas Johnsen, e “A Mentira de Armstrong”, do americano Alex Gibney, já exibido em Veneza e Toronto, que aborda o caso de dopping do ciclista francês.

A edição homenageia ainda Eduardo Coutinho, morto em fevereiro. “Ele fixou o cinema documental no Brasil e transcende a dimensão de um gênero”, diz Labaki.

Coutinho será representado por dois trabalhos inéditos seus preparados para o DVD comemorativo de 30 anos do lançamento de “Cabra Marcado para Morrer”: “Sobreviventes da Galileia”, em que retorna ao local das primeiras filmagens do longa, e “A Família de Elizabeth Teixeira”, em que reencontra a personagem central do documentário, hoje com 88 anos.

Gratuita, a programação se espalha pelo CCBB, o Cine Livraria Cultura, o Espaço Itaú Augusta e o Reserva Cultural e pode ser encontrada no site etudoverdade.com.br.

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