Acordo barra venda de ‘soro da imunidade’ contra coronavírus

Por Metro World News

Após intervenção do MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo), a venda de um suposto “soro da imunidade” contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) foi suspensa.

O coquetel era vendido por uma medica de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, e foi criticado nas redes sociais pela falta de comprovação de sua eficácia. O soro, composto por vitaminas e antioxidantes, era promovido pela profissional em seu perfil no Instagram.

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Em acordo com o MP-SP, a médica concordou em deixar de anunciar e vender esse ou qualquer outro produto sem comprovação científica, ou que desrespeite normas da Anvisa ou de conselhos de medicina.

O CFM (Conselho Federal de Medicina), por exemplo, proíbe que médicos façam propaganda de técnicas ou métodos “não aceitos pela comunidade científica”. Em São Paulo, o Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado) abriu uma investigação para apurar a conduta da profissional.

A médica deverá ainda pagar uma multa de R$ 18 mil pela divulgação de propaganda em vídeo do “soro da imunidade”. Ela está sujeita à multa de R$ 3 mil por serviço caso volte a comercializar o coquetel. Quando o caso ganhou grande repercussão nas redes, ela fez um vídeo em que negou ter dito que o soro teria efeito contra o coronavírus.

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