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Investimento no Brasil é ‘repatriação disfarçada’

A maior parte de investimentos estrangeiros no Brasil já não têm como origem os conhecidos fundos que administram o dinheiro das velhinhas norte-americanas ou europeias, mas de bancos que atuam como “laranjas” de brasileiros que mantêm suas fortunas lá fora. Essa é a conclusão de estudos levados ao conhecimento do governo. A má notícia é que não passa de mito o interesse de investidores no País.

Investimento brazuca
Brasileiro com muito dinheiro lá fora teme a rebordosa na Receita, por isso confia a empresas estrangeiras os seus investimentos no Brasil.

Repatriação salvou
No primeiro ano de governo Temer, a entrada de dólares no País foi de US$ 12,57 bilhões, mas com grande influência da Lei da Repatriação.

Tendência de queda
Apesar do saldo positivo em US$ 4,91 bilhões no acumulado de 2017, junho e julho, somados, tiveram saldo negativo de quase US$ 7 bilhões.

Grau de investimento
Em 2007, investidores injetaram US$ 87,5 bilhões no Brasil com a perspectiva do grau de investimento que o País obteve em 2008.

Acusado de assédio é nomeado cônsul do Brasil
Américo Fontenelle foi cônsul do Brasil em Toronto (Canadá) e depois em Sidney (Austrália), jactando-se sempre da proteção do poderoso ministro José Dirceu. Nos dois postos foi acusado de assédio moral. Apesar disso, suas costas continuam largas: o Itamaraty designou-o cônsul em Ciudad del Este, Paraguai. Não tem perigo de dar certo. Colegas dele acham que o terceiro caso de assédio é questão de dias.

Reincidência
Após grave denúncia de assédio em Toronto, o chanceler petista Celso Amorim “escondeu” Fontenelle em Sidney. Aconteceu de novo.

Posto é sensível
Diplomatas mais experientes estão preocupados: a ficha de Fontenelle o torna vulnerável em posto sensível, em região de alta criminalidade.

Olho no deslize
O Itamaraty sabe que, marcado pelos casos de assédio, o diplomata chegará ao novo posto enfraquecido, todos à espera de novo deslize.

Bolsonaro na frente
Enquete no site do Diário do Poder com 2.132 votantes até as 19h de ontem, revela que 24% apostam na vitória de Jair Bolsonaro na disputa para presidente, em 2018, seguido de João Dória (19%), Álvaro Dias (15%), Alckmin (12%), Lula (11%), Marina (8%) e Ciro Gomes (7%).

Ojeriza ao PT
Está feia a coisa para petistas: além do fiasco da caravana de Lula no Nordeste, levantamento da Paraná Pesquisas mostra os brasileiros preferem Michel Temer (19,6%) na presidência que o PT (19,5%).

Sindicalização da magistratura
Indagada sobre se orienta os associados a burlar a nova lei trabalhista, a entidade de classe Anamatra confirmou: juízes do Trabalho devem “prestigiar a Constituição” contra “preceito de uma lei federal”.

Reeleição difícil
A derrocada do senador Eduardo Braga no Amazonas é pior ainda para a aliada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), de reeleição dificílima. Aliás, o petrolão, que a trouxe a Brasília em 2010, deve levá-la em 2018.

Pernas curtas
Montagem na rede atribui a Gilmar Mendes o carro “atacado em São Paulo” por manifestantes. Mas a placa é de país europeu e o ministro está a 10.564 km de distância, em visita a Bucareste, na Romênia.

Nós pagamos
Ao menos 13 servidores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais receberam acima dos R$ 108 mil em julho. Cinco levaram mais de R$ 230 mil. Um juiz de “entrância especial”, R$ 461 mil. Líquidos.

Mandou bem
O CEO da Tim Brasil, Stefano de Angelis, foi escolhido o melhor do ano na América Latina pela revista International Investidor, nas categorias de tecnologia, mídias e telecomunicações.

Privatização em pauta
Em sessão conjunta a pedido do senador Fernando Pai, comissões de Infraestrutura e Assuntos Econômicos do Senado vão ouvir o ministro Fernando Filho (Minas e Energia) sobre a privatização da Eletrobras.

Pensando bem…
…o Dia do Perdão, celebrado neste 30 de agosto, não tem chance de ser celebrado no Congresso.

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