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Novo ministro precisa ter ‘musculatura política’

Claudio-Humberto-colunista-grande-twitterO presidente Michel Temer poderá anunciar a qualquer momento, a partir desta sexta-feira (3), o nome do seu indicado para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal, após a Corte apontar o novo relator da Operação Lava Jato. A vaga foi aberta pela morte do ministro Teori Zavascki. Ministros próximos a Temer acham que o escolhido terá reconhecida qualificação técnica e “musculatura” política.

Finalistas
Entre os nomes mais citados para ministro do STF há até “finalistas”, ou sejam, aqueles que cresceram na disputa.

Favoritos 1
São fortes para o STF Alexandre de Moraes, ministro da Justiça, e Ives Gandra Filho, presidente do TST, que tem forte apoio no próprio STF.

Favoritos 2
Outros nomes que despontaram, na reta final para o STF, são os ministros João Otávio de Noronha (STJ) e Bruno Dantas (TCU).

Fora da Lava Jato
O novo ministro não atuará na Lava Jato, no plenário do STF, a menos que os presidentes da Câmara ou do Senado figurem entre acusados.

Sorteio de Fachin foi limpo e até aberto ao público
Virou piada nas redes sociais o sorteio do ministro Luiz Fachin como o novo relator da Lava Jato, em lugar do falecido Teori Zavascki. O sorteio pareceu estranho, mas foi limpo e público. Vários advogados o assistiram. Pelas regras, Fachin entrou no sorteio com peso maior que os demais integrantes da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal porque, com menos tempo no STF, tinha menos processos a examinar.

Acervo menor, peso maior
Fachin foi para o sorteio com peso maior porque acumula número de processo inferior aos demais membros da Segunda Turma.

Chances nem maiores
Fachin tinha cerca 23% de chance de ser sorteado, contra 17% de cada um dos demais ministros da Segunda Turma.

Peso era expressivo
Faz bastante diferença ter 5% a mais de chance em cinco possíveis. Se o sorteio fosse no plenário, com 11 ministros, a chance seria menor.

Morte anunciada
Um grupo jantava na casa do deputado André Mussi (PP-SP), quarta-feira (1º), quando perto da 0h tocou o celular de Andrés Sanchez (PT-SP). Era Lula informando a morte cerebral de Marisa Letícia.

Coisa mais estranha
O portal Diário do Poder revelou com exclusividade à 0h36 a morte cerebral de Marisa Letícia, que já não tinha fluxo sanguíneo no cérebro. Isso apenas seria confirmado, estranhamente, dez horas depois.

Cadáver como bandeira
Dirigentes do PT passaram a noite convencendo Lula a usar a morte de sua mulher politicamente. Querem sepultamento no estilo de Getúlio Vargas, com muito barulho, como bandeira contra a Lava Jato.

Disputa acirrada pela CCJ
Raimundo Lira (PB) disputa com Edison Lobão (MA), ambos do PMDB, a presidência da Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Lira tem apoio do presidente do Senado, Eunício Oliveira. Apoio é o maior problema de Lobão: José Sarney e Renan Calheiros.

Luz no fim do túnel
O secretario de Saúde do DF, Humberto Lucena, dedica-se a um projeto transformador: a implantação no Hospital de Base, espécie de Souza Aguiar de Brasília, do mesmo tipo de gestão do Hospital Sarah, rara referência de qualidade na saúde pública brasileira.

Inexpressivo
Com apenas 59 votos para presidente da Câmara, André Figueiredo (PDT-CE) mostrou que seu destino é o baixo clero. Não inspirou confiança nem no PDT e PT, bancadas que somam 78 deputados.

E para ladrões, aplausos?
Na porta do Hospital Sírio Libanês, ontem, militantes do PT se juntaram para insultar jornalistas, como se fosse da imprensa, e não da quadrilha petista pilhada roubando o País, a culpa pela derrocada do partido.

Fórum permanente
A bancada governista na Câmara planeja organizar workshops semanais com deputados relatores e especialistas e jornalistas, para discutir e esmiuçar cada proposta de reforma da Previdência.

Pensando bem…
…recorrendo outra vez ao STF, agora para garantir boquinhas na Câmara, o PT virou o Partido Tapetão.

poder

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