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Gastos com cartões subiram 46% na era Dilma

Claudio-Humberto-colunista-grande-twitter300A fatura dos cartões corporativos da Presidência subiu 46,3% enquanto Dilma comandou o país, em relação aos governos Lula. A média anual de gastos passou de R$ 12,7 milhões, entre 2003 e 2010, para R$ 18 milhões de 2011 até maio de 2016, quando o impeachment de Dilma foi aprovado no Senado. No total, Lula gastou R$ 102,3 milhões em 8 anos, contra R$ 95,9 milhões de Dilma em 5 anos e 5 meses.

Total

Desde 2003, os governos Lula e Dilma gastaram mais de R$ 670 milhões com cartões corporativos. Tudo na conta do contribuinte.

Tudo sigiloso

Alegando garantia da “segurança da sociedade e do Estado”, cerca de 95% dos gastos da Presidência são classificados como sigilosos.

Tímido

No primeiro ano de mandato, em 2003, Lula gastou
R$ 8,3 milhões em compras com cartões corporativos da Presidência.

Aumento na saideira

Em 2010, último ano do mandato, Lula gastou R$ 19 milhões. Só foi superado em 2014, por Dilma: R$ 21,2 milhões. Ambos anos eleitorais.

Temer define retomada de 1.519 obras inacabadas

Tão logo desembarcou da viagem à China, onde participou de um seminário empresarial e da reunião dos países do G-20, o presidente Michel Temer comunicou ao círculo mais íntimo de assessores a decisão de viabilizar a retomada de um conjunto de 1.519 obras inacabadas de pequeno e médio portes. São obras que custam em média entre R$ 500 mil e R$ 10 milhões. No total, custarão R$ 1,9 bilhão.

Pequeno porte

Levantamento oficial indicou que as obras inacabadas são de escolas, creches, pontes etc., que fazem muita falta às suas comunidades.

Empregos e rendaCaptura de Tela 2016-09-07 às 20.57.25

Temer acha que estimular a construção civil gera empregos e renda, por isso decidiu investir na retomada de obras pequenas inacabadas.

Sem saída

Mesmo quando são paralisadas sob suspeita de irregularidades, ao serem retomadas as obras, frequentemente, ficam mais caras.

Defesa improvisada

Muito irritado com a “dificuldade” para notificá-lo da cassação – “bastava me telefonar”, disse – Eduardo Cunha decidiu ir à sessão de segunda-feira (12). Fará a própria defesa em discurso de improviso.

Tal qual

A frase “temos de tirar o olho do retrovisor”, do senador tucano Aécio Neves (MG), parece ter sido ouvida de Michel Temer, que disse algo muito parecido há dias. Ou eles estão mais afinados do que se pensa.

Nada mudou

Dias antes do impeachment, o posudo ex-ministro Aloizio Mercadante foi visto em Brasília na sala de espera de uma podóloga, na Asa Sul. Usando chinelos, cabisbaixo, mas sempre arrogante, nem respondeu ao “boa tarde” de uma cliente, que aliás o achou muito “mal arrumado”.

Deixa estar

Tucanos foram aconselhados por um ministro do Supremo Tribunal Federal a “não implicar” com o fatiamento do impeachment. É melhor ficar sem Dilma Rousseff, mesmo com a violência à Constituição.

Insanidade temporária

Desabafo de um dos mais admirados embaixadores brasileiros: “O que me impressiona (e me deprime) é ver pessoas inteligentes, e com acesso à informação, continuarem a defender essa esparrela do PT”.

Reciprocidade é soberania

Em discussão na Câmara sobre o fim do visto para americanos, como querem o deputado Carlos Cadoca (PDT-PE) e americanófilos, o embaixador Ruy Nogueira matou a pau: “Reciprocidade é igual a virgindade. Não há ‘meio-virgem’”.

Esmola atleta

O governo Dilma chamava de “investimento” R$ 370 pagos a atletas de 14 a 20 anos por meio do Bolsa Atleta. E ainda exigia que o agraciado estivesse entre os 3 melhores do país. E o pagamento não é garantido.

Unidade é a ordem

Líder do governo, André Moura promove encontros semanais com autoridades. Primeiro foi Blairo Maggi (Agricultura). Mendonça Filho (Educação) e Leonardo Gadelha (INSS) serão os próximos.

Pensando bem…

…só mesmo Lula para acreditar que para anular seu processo era só pedir com jeitinho.

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