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Dilma ganhou R$ 2 milhões como presidente

Claudio-Humberto-colunista-grande-twitter300A realidade do desemprego para Dilma Rousseff será muito melhor que a maioria dos 12 milhões de brasileiros que seu governo deixou na rua da amargura. Com todas as despesas pagas pelo contribuinte, a petista teve a oportunidade de poupar os salários que recebeu desde sua posse na Presidência da República, em 2011. Até ser cassada, dia 31, Dilma acumulou mais de R$ 2 milhões somente com seus salários.

Bem bom

Como presidente, Dilma não gastou um só centavo com residência, transporte, gasolina, viagens e alimentação durante 65 meses.

Belo salário

Quando assumiu a Presidência, em 2011, o contracheque de Dilma era de R$ 26,7 mil. No segundo mandato, passou a R$ 30,9 mil.

Garçonete?

Dois meses antes do início do impeachment, Dilma cortou em 10% o salário dela, do vice e dos ministros. Foi inútil.

Boquinha pra quê?

Se manteve sua grana na poupança, Dilma terá rendimentos mensais de R$10 mil. Mais que o suficiente para se manter sem cargo público.

Demissões voluntárias na Petrobras não chegam

A Petrobras acha que atingiu a meta, com 11,7 mil adesões ao plano de demissão voluntária, investindo R$ 4 bilhões para economizar R$ 30 bilhões até 2020. Não basta, nem contando 30 mil terceirizados já demitidos. E o pior é que nada indica que os inscritos manterão a intenção de aderir. A Petrobras ainda pagará salários a 303.000 efetivos e terceirizados, número maior que os 262.000 empregados das gigantes e rivais Shell, Exxon e a British Petroleum (BP) somadas.

Lucro é diferença

A Exxon emprega 83.500 pessoas em mais de cem países, e registrou lucro de US$ 32,5 bilhões em 2014, contra US$ 1 bilhão da Petrobras.

Triste comparação

A petroleira Royal Dutch Shell paga salários a 94.000 funcionários nos 90 países onde opera, e lucrou US$ 14 bilhões também em 2014.

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A Petrobras opera 7.000 postos no Brasil e em meia dúzia de países. A Royal Dutch Shell soma 44 mil postos mundo afora

Nem ponto bate

Novo dono de confortável boquinha na liderança da minoria no Senado, o ex-ministro petista Gilberto Carvalho, investigado no esquema bilionário no Carf, é dispensado de bater ponto para ganhar R$ 19 mil.

Gozação de tucano

Na China, o chanceler José Serra conseguiu encabular o senador Renan Calheiros, ao elogiá-lo mais de uma vez e o chamar de “muito poderoso”. Não ficou claro se era bajulação ou gozação de tucano.

DEM de volta

A interinidade de Rodrigo Maia no Planalto representou o retorno do DEM ao cargo 14 anos depois da posse do vice Marco Maciel na derradeira viagem oficial de FHC ao exterior, em dezembro de 2012.

Chegando no Rio

Dilma vazou sua intenção de viver no Rio para testar a reação dos cariocas. Mas o teste que vale é pessoal e intransferível, com a desenvoltura de FHC, visto na cidade frequentando teatros e livrarias.

Saindo do Rio

Funcionário na UFRJ e membro do grupo que definiu as medidas que custaram o mandato de Dilma, o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa cavou uma vaguinha na Universidade de Brasília (UnB).

República sindicalista

O Comitê Rio2016 tratava com sindicalistas e não com a própria Receita Federal a liberação de equipamentos retidos na alfândega, desde os eventos-teste até a Olimpíada. O Comitê deveria relatar estas dificuldades em livro, até para ajudar o Brasil a superar suas mazelas.

De olho em 2018

Eduardo Cunha não quer perder a imunidade, pelo risco de prisão, mas ele já mandou avisar que topa a presepada que beneficiou Dilma: trocar a cassação pela preservação dos direitos políticos.

Ética no Conselho

Além de livrar de processos Jean Wyllys (Psol) e Jair Bolsonaro (PSC), ambos do Rio, o Conselho de Ética da Câmara deve arquivar os casos dos deputados Laerte Bessa (PR-DF) e Wladimir Costa (SD-PA).

Pensando bem…

…o ex-operário Lula, hoje milionário e investigado por corrupção, só dá entrevista a estrangeiros porque eles ainda levam a sério suas lorotas.

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