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Barulho na sessão

rose-guglielminetti colunistaOs vereadores foram recepcionados ontem na primeira sessão do semestre– após o recesso de 30 dias – com muito barulho provocado pelo protesto feito por cerca de 20 pessoas. O ato convocado, via redes sociais, pelo coletivo das vadias era para mostrar a insatisfação do grupo ligado ao movimento LGBT (Lésbicas,gays, bissexuais, travestis e transexuais) contra o projeto de autoria do vereador Campos Filho (DEM) que impede a adoção do conceito de identidade de gênero – que proíbe as expressões menino ou menina, substituídas por criança na hora de identificar alunos nas escolas municipais. A a gritaria irritou o vereador Antônio Flores (PSB) porque os manifestantes não respeitaram a sua fala quanto ao luto de sua mãe – não pararam de gritar.  Ele usou a tribuna para agradecer aos funcionários da Unicamp pelo bom atendimento durante a internação de sua mãe. “Vocês são educadores e nem conseguem respeitar o luto?”, questionou ele. E o protesto gerou questionamento do vereador Paulo Bufalo (PSOL) quanto à liberação de entradas das pessoas e à segurança ao plenário. O que fez com que o presidente da Câmara, Rafael Zimbaldi (PP), explicasse a presença da GM no plenário. ‘Mediante o que ocorreu no passado nesta Casa, sempre que tiver um protesto, vamos pedir ajuda para a GM”, disse o pepebista, referindo-se à ocupação e destruição do plenário em um protesto.

Dirceu aqui
E os vereadores do PSDB aproveitaram para virar a metralhadora e espinafrar os colegas ligados ao PT. Os tucanos comemoraram a prisão de José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil do governo Luiz Inácio Lula da Silva, na 17ª fase da Operação Lava Jato. O vereador Marcos Bernadelli foi   ácido: “Idiota”, foi a palavra usada para os petistas.

Rose Guglielminetti escreve no Metro Jornal de Campinas

 

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