logo
Colunistas
Colunistas 28/04/2015

English for business

LUIS-SIMÕES_BERLITZAs escolas de idiomas investem em marketing para traduzir ao público sua metodologia de ensino e informar as vantagens para quem deseja aprender um novo idioma. Mais do que “constar” no currículo, falar outra língua pode abrir outras portas no ambiente profissional e também cultural.  Luis Simões, executivo de marketing da Berlitz, conversa com a coluna.

Quais os desafios de comunicação e marketing das escolas de idiomas?
Varia de acordo com a constituição do negócio. Nos últimos 30 anos a maioria das escolas se tornou rede de franquia, o que não é o nosso caso. Focamos no universo corporativo e são muitas as empresas que procuram pela metodologia da escola. Trabalhamos a mídia direcionada ao público corporativo e de acordo com a localização das nossas unidades.  Para os alunos que não estão próximos dessas unidades oferecemos ensino a distância, com aulas ao vivo, e a mesma metodologia de ensino.

Por ser um foco corporativo, o que muda na campanha publicitária?
Temos cursos customizados para diferentes segmentos e a estratégia publicitária acompanha esse conteúdo. Nosso maior investimento é no marketing on-line.  Identificamos as empresas que desejamos falar e seus profissionais e conseguimos aferir o resultado de cada ação.

E a disputa entre as escolas na publicidade?
As redes de franquias têm verba de marketing financiada pelo franqueado, têm um volume maior de investimento. As redes permitem oferecer um curso mais baratos porque têm outro modelo de negócio. Nós trabalhamos com grupos reduzidos, horários flexíveis, ou seja, um nicho diferente. Temos uma estrutura de venda corporativa, por exemplo, que apresenta nosso posicionamento para as empresas. Oferecemos 42 idiomas disponíveis, nossos braços de negócios vão além de ensinar idiomas. Nosso escopo é mais do que ensinar uma língua, é preparar executivos que vão se mover pelo mundo.

Qual o posicionamento da marca?
Neste ano assumimos o posicionamento de que o Berlitz é o inglês que a pessoa precisa, traduzindo claramente a questão funcional. Levamos em consideração que o aluno deva evoluir profissionalmente, conviver com novas culturas e se tornar mais preparado para aquilo que busca. E continuaremos customizando plataformas, conteúdos de curso, novas áreas corporativas, entre outras.

João Faria é jornalista e sócio-diretor da Agência Cidadã.