logo
Colunistas
Colunistas 16/04/2015

Novo remédio para tratar queimados

rodolfo-schneider colunistaRemedioO tratamento de queimados pode mudar a partir de agora. Pesquisadores brasileiros criaram um medicamento inovador chamado “Colzen”. Os médicos aplicam o produto na ferida e voltam a colocar três dias depois, até a cicatrização. Não é preciso trocar ataduras diariamente e, com isso, não é necessário anestesiar o paciente.

Isso garante uma economia de pelo menos R$ 1.500 em cada sessão, além de diminuir o risco e o sofrimento do paciente. Já o Colzen custa menos de R$ 200 por dia para um caso de queimadura grave.

Os primeiros testes em queimaduras de 20 pacientes no Hospital Souza Aguiar, no Centro, foram um sucesso. O produto também pode ser usado para tratamento de pé de pacientes diabéticos e em úlceras da perna.

O medicamento foi desenvolvido aqui no Rio de Janeiro, na empresa Axis Biotec, no Fundão. Já está registrado e autorizado para venda no Brasil.

 

Pé no freio
O brasileiro está sofrendo cada vez mais de depressão e ansiedade. Pesquisa da clínica de check-ups MED RIO indica que, só nos três primeiros meses deste ano, o índice de pacientes deprimidos cresceu 30% e o de ansiedade passou de 20% para 32%. O estresse é apontado como o verdadeiro vilão neste cenário já que 70% dos executivos sofrem com ele em alto grau. 

 

Notinhas
Taxi-colunaA bangu… A prefeitura deu para colocar esse tipo de placa de aço para tapar buracos pela cidade durante obras. Até poderia ser um quebra-galho, mas o problema é que quem os coloca deixa esses pedaços de vergalhão para fora. Um perigo! Pode estourar um pneu!

Nada muda. Mesmo com o prometido reforço de policiamento, os assaltos a mão armada continuam na Barra. Esta semana, uma mulher teve os pertences roubados por uma dupla de moto em frente ao BarraShopping no fim da tarde.

Orçamento. Numa conversa com o Diretor de Negócios da Gafisa, Luiz Carlos Siciliano, perguntei quanto a empresa gastava de aditivo em construções de prédio. Segundo ele, quase não se estoura mais orçamento e, quando acontece, é no máximo 3%. Se houver estouro, os executivos perdem o bônus no final do ano. Num país com Refinaria Abreu e Lima, Comperj e Cidade da Música, o setor público precisava passar por uma radical mudança de gestão.