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A taxa de ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) no Estado de São Paulo caiu para 89,8%, segundo o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn. A informação foi relevada durante coletiva de imprensa no início da tarde desta quarta-feira (dia 7), no Palácio dos Bandeirantes.

Os números apresentaram uma melhora se comparado ao cenário de uma semana atrás. Na última quarta-feira (dia 30), a taxa em relação à UTI era de 92,2%, com 12.975 pacientes internados. Hoje são 12.941 pessoas hospitalizadas.

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Dados do governo do Estado apontam que a média diária de novas internações nesta semana caiu de 3.381 para 3.200, representando uma queda de 5,4%.

O mesmo aconteceu com a média diária de novos casos de Covid-19. Em comparação com a semana passada, houve uma redução de 16.062 para 15.672 casos, uma diminuição de 2,4%.

O Estado de São Paulo já registrou 2.576.362 casos da doença desde o início da pandemia, com 79.443 mortes. 

Fase emergencial

A chamada Fase Emergencial do Plano São Paulo está em vigor até o dia 11 deste mês. A medida visa reduzir a circulação de pessoas e, assim, evitar a transmissão do vírus.

Nela, serviços de retirada de alimentos, celebrações religiosas coletivas, atividades esportivas e lojas de material para construção, entre outras, têm suas atividades proibidas nesse período.

A medida determina ainda a ampliação do toque de recolher, que agora passa a valer entre 20h e 5h. Todas as aglomerações e o uso de todos os parques públicos no Estado também estão proibidos.

Nesta fase, apenas os serviços de delivery e drive-thru podem continuar funcionando normalmente.

O governo fez ainda algumas recomendações, como o escalonamento do horário de entrada de funcionários da indústria (das 5h às 7h), do comércio (das 9h às 11h) e do setor de serviços (das 7h às 9h) para evitar aglomerações no transporte público.

Além disso, o uso de máscara em ambientes internos, inclusive entre familiares de residências diferentes, é prudente, assim como a redução das atividades presenciais nas escolas ao mínimo possível.

De acordo com o governo, as medidas provocam a remoção temporária de 4 milhões de pessoas de circulação nos municípios.